sexta-feira, 1 de julho de 2011

Mães do Crack não. Mas do Craque sim.


Galera, ao ler a matéria da revista Veja sobre as mães do crack, coube - me uma preocupação. Pois também sou Pai. Esta guerra contra o tráfico não será fácil, pois, há por trás muita gente influente e gira bilhões de dólares na economia informal.Agora uma reflexão se ao invés de admirar-mos estes traficantes e muita vezes proteger-los com o pseudo ar de que estamos também protegendo nossa comunidade e desbancar indicando a policia a  popularmente "boca"  a fim de desmantelas antes que essas desmantele nossas casas nossas familias.Mas ai também pode alguem perguntar/ mas da para confiar na policia, se há duvidas ligue para outra delegacia o que não podemos é nos calar.Será que fazemos vistas grossas a uma realidade latente, acreditando que as drogas possa ser uma forma de mantermos o controle de natalidade de maneira a não se pensar nisso? Estupidez? Quem sabe? Ué caminhamos para uma alarmante população mundial que pode chegar a 8 bilhões de pessoas, conspiração? chame como quiser.  Plinio Marcos disse: "Se minhas peças ainda hoje se fazem atuais não sou eu que sou vanguardista foi meu país que não mudou"  Certa vez ouvi o jornalista José Luiz Datena falando da tragédia em que as drogas tinha feito em sua própria casa.  Acredito que esta mais do que na hora da sociedade intervir, a palavra craque em especial aqui no Brasil tem de voltar a ser usada quando encontramos esses meninos como Neymar jogando ai sim encher os pulmões de ar e gritar esse aí é craque,mas de bola



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