segunda-feira, 27 de abril de 2015

Estão abertas as inscrições para “Programa de Iniciação Científica e Tecnológica”

Até o dia 22 de maio, a Pró-Reitoria de Pesquisa e o Comitê Institucional do Programa de Iniciação Científica e Tecnológica (PIC/PIBITI) da USP, recebem inscrições para a seleção de candidatos às bolsas de Iniciação Científica do Programa, para a vigência 2015/2016.

O edital pode ser consultado na íntegra neste link. O programa compreende a concessão de bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Não estão disponíveis as bolsas RUSP e Santander.
Com informações da Agência USP de Notícias
Mais informações: site www.prp.usp.br
Fonte: USP

Assistam alguns destes filmes e tirem por si só a conclusão da mídia em nossas vidas.

Listamos alguns desses filmes para os leitores. Caso tenha sugestões, colabore. Os comentários estão abertos:
A Montanha dos Sete Abutres (Ace in the Hole, 1951), dirigido por Billy Wilder. Na história da cobertura de um acidente, uma reflexão sobre a ética jornalística e a manipulação da informação.
A Primeira página (The Front Page, EUA, 1974), de Billy Wilder. O jornalismo sensacionalista é o tema desta comédia, dirigida pelo mesmo diretor de A montanha dos Sete Abutres
Ausência de malícia (Absence of Malice, EUA, 1981), dirigido por Sidney Pollack. Narra a manipulação da imprensa pelas autoridades.
Boa Noite e Boa Sorte (Good Night, and Good Luck, 2005, EUA), dirigido por George Clooney. Mostra o esforço de um jornalista para apresentar os dois lados em cobertura jornalística.
Cidadão Kane (Citizen Kane, 1941, EUA), dirigido por Orson Welles. A história romanceada de um magnata de um império dos meios de comunicação
Desaparecido (Missing, 1982, EUA), dirigido por Costa Gavras. Sobre a participação dos Estados Unidos no golpe que depôs Salvador Allende.
Frost/Nixon (Frost/Nixon, 2008), dirigido por Ron Howard. Dramatiza as entrevistas dadas pelo então presidente dos Estados Unidos ao jornalista britânico David Frost.
Intrigas de Estado (State of Play, 2009), dirigido por Kevin Macdonald. Revela os bastidores das grandes corporações e de uma grande rede de TV. Debate a ética e a corrupção.
O informante (The insider, 1999), dirigido por Michael Mann. No roteiro, a discussão sobre a liberdade da imprensa e as pressões econômicas sobre os meios de comunicação.
O Preço de uma Verdade (Shattered Glass, 2004, EUA), dirigido por Billy Ray. A ética jornalística e as práticas da imprensa são assunto do filme, baseado num escândalo editorial real.
O Quarto Poder (Mad City, 1997, EUA), dirigido por Costa-Gravas. Mostra a manipulação dos fatos pela imprensa numa situação de risco.
Rede de intrigas (Network, EUA, 1975), dirigido por Sidney Lumet. A televisão como fábrica de notícias e manipulação de consciências é o tema do filme.
Salvador – O martírio de um povo (Salvador, EUA, 1986), dirigido por Oliver Stone. A guerra civil de El Salvador é o ponto de partida para a relação entre as coberturas jornalisticas e as arbitrariedades do poder.
Todos os Homens do Presidente (All the President’s Men, 1976, EUA), dirigido por Alan J. Pakula. Narrativa sobre a atuação de dois jornalistas no caso Watergate, que culminou na renúncia do presidente Richard Nixon.
Fonte:Blog Cultura e Revolução

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O que acontece quando uma pessoa decide agir em vez de simplesmente esperar soluções

Se o trânsito é caótico, o lixo se espalha pelas esquinas e a qualidade das nossas escolas é ruim: tudo é culpa do governo. Mas será mesmo que todo o dever e o mérito por uma cidade melhorestão nas costas do poder público? Um holandês chamado Tommy Kleyn mostrou que é possível fazer diferente.

Todos os dias, enquanto pedalava sua bike para o trabalho, ele se incomodava com uma parte do rio por que passava, que estava tomada por lixo. Ele poderia ter reclamado no Twitter, escrito um textão no Facebook ou ligado para a prefeitura da cidade, mas decidiu ele mesmo resolver a situação. Certo dia, ele acordou meia hora antes do horário, separou um saco de lixo, um par de luvas e um pegador de lixo e foi até o local. Rapidamente, ele conseguiu encher a sacola com lixo e decidiu repetir o procedimento até que toda a encosta estivesse limpa.

Quanto tempo isso demorou? Menos do que você imagina. A área indicada entre as setas, na imagem abaixo, demorou apenas 6 dias para ser limpa e, no total, 22 sacos de lixo foram usados.

Depois de compartilhar as fotos de seu projeto na Internet, ele conseguiu ainda a ajuda de diversos amigos e de outros ciclistas que usam a mesma rota da ciclovia, tornando a limpeza da área ainda mais rápida. “Leva só 30 minutos, realmente faz a diferença e você ficaria impressionado com o quão bem você se sente depois“, afirmou.

E aí, que tal agir antes de reclamar e fazer a sua parte por uma cidade melhor?




                     
Fonte : Hypeness

Hospital Albert Einstein oferece mais de 100 cursos online e gratuitos

Reprodução


Não há restrição para acessar a plataforma, pode ser qualquer dia ou horário
























Hospital Israelita Albert Einstein disponibiliza em sua plataforma de ensino online um total de 122 cursos gratuitos. O serviço é voltado para profissionais da área da saúde e curiosos em geral.
Não há restrição para o acesso, pode ser qualquer dia ou horário. Para receber a certificação, o aluno deverá passar nos testes e atingir um tempo mínimo de permanência no sistema. Clique aqui e escolha o que estudar.
Os cursos oferecidos pelo centro médico, considerado um dos mais importantes da América Latina, são ministrados pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein. O hospital foi fundado pela comunidade judaica em São Paulo em 1955.

Leia também:

Fonte: Catraca Livre

terça-feira, 14 de abril de 2015

Teatro, música e literatura: todas as atrações têm entrada totalmente Grátis em Abril


Instituto Itaú Cultural (divulgação)
Instituto Itaú Cultural (divulgação)
Destaque para "Terça Tem Teatro", "Toca Brasil" e "Quintas Musicais"
Até o final do mês de abril, o Instituto Itaú Cultural, localizado em um dos pontos mais charmosos da avenida Paulista, recebe rica programação cultural, que envolve música, teatro e HQ's. Com entrada Catraca Livre, os destaques ficam para os projetos "Terça Tem Teatro", "Toca Brasil" e "Quintas Musicais".
Confira abaixo a programação completa:
Meire Love
Dia 14 de abril de 2015, às 20h
Texto: Suzy Élida. Direção: Suzy Élida e Yuri Yamamoto. Elenco: Rafael Martins, Rogério Mesquita e Yuri Yamamoto.
Duração: 50 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Três meninas de aproximadamente doze anos vivem pelas ruas próximas à orla. Pedem dinheiro no sinal, falam palavrões, descem até a praia, mergulham no mar e se drogam. Brincam como crianças e trocam ameaças como adultos. Ao mesmo tempo que se esforçam para vender o corpo e ganhar algum trocado, elas sonham com um gringo apaixonado que as leve daquele lugar.
Matamoros
Dias 21 e 22 de abril de 2015, às 20h
Texto: Hilda Hist. Direção: Bel Garcia. Elenco: Luciana Fróes (participação em vídeo) e Maíra Gerstner.
Duração: 60 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
A ideia do espetáculo surgiu a partir do desejo de realizar um encontro poético entre Hilda e Gisela para contar a história de Matamoros, uma menina que, desde cedo, descobre os prazeres do corpo e do amor, mas também descobre as incertezas da vida. A peça tem a participação da atriz Luciana Fróes em vídeo, projetados em seis pontos diferentes, utilizado como importante suporte na construção da dramaturgia do trabalho, que também conta com uma sonoridade que atravessa espaço e cena. Em vídeos de Joaquim Castro, que foram indicados ao Prêmio categoria Especial Questão de Crítica.
O Líquido Tátil
Dia 28 de abril de 2015, às 20h
Texto e Direção: Daniel Veronese. Elenco: Grace Passô, Gustavo Bones e Marcelo Castro.
Duração: 50 min
Classificação Indicativa: 14 anos
O Liquido Tátil parte da situação de um núcleo familiar, onde se dialoga sobre as artes, o ato teatral, e os desejos inconscientes que perseguem o homem. O trabalho é o resultado do encontro entre o Espanca! e o diretor e dramaturgo argentino Daniel Veronese.

Fonte: Catraca Livre

A Escola da Família (Verdadeiramente)

Aproximar os pais do trabalho pedagógico é um dever dos gestores. Conheça aqui 13 ações para essa parceria dar resultado


Reportagem Gustavo Heidrich
Foto: Dreamstime
Foto:
"O papel do pai e da mãe é estimular o comportamento de estudante nos filhos, mostrando interesse pelo que eles aprendem e incentivando a pesquisa e a leitura"
Está na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): as escolas têm a obrigação de se articular com as famílias e os pais têm direito a ter ciência do processo pedagógico, bem como de participar da definição das propostas educacionais. Porém nem sempre esse princípio é considerado quando se forma o vínculo entre diretores, professores e coordenadores pedagógicos e a família dos alunos.

O relacionamento chega a ser ambíguo. Muitos gestores e docentes, embora no discurso reclamem da falta de participação dos pais na vida escolar dos filhos - com alguns até atribuindo a isso o baixo desempenho deles - não se mostram nada confortáveis quando algum membro da comunidade mais crítico cobra qualidade no ensino ou questiona alguma rotina da escola. Alguns diretores percebem essa atitude inclusive como uma intromissão e uma tentativa de comprometer a autoridade deles. Já a maioria dos pais, por sua vez, não participa mesmo. Alguns por não conhecer seus direitos. Outros porque não sabem como. E ainda há os que até tentaram, mas se isolaram, pois nas poucas experiências de aproximação não foram bem acolhidos e se retraíram.

No Brasil, o acesso em larga escala ao ensino se intensificou nos anos 1990, com a inclusão de mais de 90% das crianças em idade escolar no sistema. Para as famílias antes segregadas do direito à Educação, o fato de haver vagas, merenda e uniforme representou uma enorme conquista. "Muitos pais veem a escola como um benefício e não um direito e confundem qualidade com a possibilidade de uso da infraestrutura e dos equipamentos públicos. Isso de nada adianta se a criança não aprender", afirma Maria do Carmo Brant de Carvalho, coordenadora geral do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária(Cenpec), em São Paulo.

A escola foi criada para servir à sociedade. Por isso, ela tem a obrigação de prestar contas do seu trabalho, explicar o que faz e como conduz a aprendizagem das crianças e criar mecanismos para que a família acompanhe a vida escolar dos filhos. "Os educadores precisam deixar de lado o medo de perder a autoridade e aprender a trabalhar de forma colaborativa", afirma Heloisa Szymanski, do Departamento de Psicologia da Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Um estudo realizado pelo Convênio Andrés Bello - acordo internacional que reúne 12 países das Américas - chamado A Eficácia Escolar Ibero-Americana, de 2006, estimou que o "efeito família" é responsável por 70% do sucesso escolar. "O envolvimento dos adultos com a Educação dá às crianças um suporte emocional e afetivo que se reflete no desempenho", afirma Maria Amália de Almeida, doObservatório Sociológico Família-Escola, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Mas o que significa uma parceria saudável entre essas duas instituições? Os pais devem ajudar no ensino dos conteúdos e os professores no dos bons modos? Claro que não. A colaboração que se espera é de outra ordem. "O papel do pai e da mãe é estimular o comportamento de estudante nos filhos, mostrando interesse pelo que eles aprendem e incentivando a pesquisa e a leitura", diz Antônio Carlos Gomes da Costa, pedagogo mineiro e um dos redatores do ECA. Para isso, é preciso orientar os pais e subsidiá-los com informações sobre o processo de ensino e de aprendizagem, colocá-los a par dos objetivos da escola e dos projetos desenvolvidos e criar momentos em que essa colaboração possa se efetivar.

Quando o assunto é aprendizagem, o papel de cada um está bem claro - da escola, ensinar, e dos pais, acompanhar e fazer sugestões. Porém, se o tema é comportamento, as ações exigem cumplicidade redobrada. Ao perceber que existem problemas pessoais que se refletem em atitudes que atrapalham o desempenho em sala de aula, os pais devem ser chamados e ouvidos, e as soluções, construídas em conjunto, sem julgamento ou atribuição de culpa. "Um bom começo é ter um diálogo baseado no respeito e na crença de que é possível resolver a questão", acredita Márcia Gallo, diretora da EME Professora Alcina Dantas Feijão, em São Paulo, e autora do livro A Parceria Presente: A Relação Família-Escola numa Escola de Periferia de São Paulo.

Visando ajudar você a dar os passos necessários para cumprir o dever legal e social de ter um relacionamento de qualidade com as famílias, NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR elaborou uma lista com 13 ações, que vão desde o acolhimento no começo do ano letivo até as atividades de integração social.

1. Apresentar a escola e funcionários para a família
Convidar os pais para conhecer as instalações e, principalmente, a equipe pedagógica e os funcionários é fundamental para que eles se apropriem do espaço e se sintam à vontade para fazer parte dele. Esse momento pode acontecer antes ou após a matrícula e serve para que os gestores exponham o funcionamento e a rotina da escola e informem sobre as atividades extraclasse. Explique a finalidade de cada ambiente e a função dos profissionais que ali trabalham, apresentando-os pelo nome. Aproveite para compartilhar as regras de funcionamento previstas no Regimento Escolar. Ao comunicá-las aos pais, abre-se um canal de diálogo sobre os direitos e deveres de cada um. Se possível, faça com que os professores conheçam os familiares antes do início das aulas.
2. Entrevistar os pais e os alunos
Conhecer para quem se trabalha. As matérias-primas de qualquer relação humana são o interesse, a compreensão e o respeito. Para que a escola tenha uma parceria efetiva com as famílias e direcione as ações que favoreçam a aprendizagem, ela precisa saber quem é o seu público. O ato da matrícula é o momento ideal para a primeira entrevista. Aborde assuntos como a história de vida da criança e a experiência escolar anterior. Conversas individuais com pai e mãe ao longo do ano ajudam a identificar as habilidades dos alunos que possam ajudar professores e coordenadores a traçar as melhores estratégias de ensino. "O princípio do educador é acreditar no ser humano. Toda criança tem um potencial e a colaboração com as famílias é um atalho para descobrir uma forma eficaz de cada aluno avançar", afirma a psicopedagoga Valéria Dias Gomes, do Centro Universitário do Triângulo, campus Uberlândia, a 550 quilômetros de Belo Horizonte.
3. Expor o currículo e os projetos
No documento mais importante da escola, já devem estar previstas as possíveis contribuições das famílias. Exemplos: pais, mães e avós podem ser convidados para falar durante o desenvolvimento de atividades sobre profissões e brincadeiras de infância. Dessa forma, a escola valoriza os conhecimentos da comunidade e fortalece o vínculo com ela. No projeto político pedagógico, podem estar listadas outras ações institucionais, como campeonatos entre pais, oficinas em que a família constrói brinquedos, rodas em que os pais contam histórias ou escutam as lidas pelos alunos e os eventos de finalização dos projetos desenvolvidos pelas turmas com a presença dos pais.
4. Fazer uma reunião de pais focada no ensino
"A reunião para falar mal dos estudantes e compartilhar somente problemas não serve para nada. Os encontros devem mostrar as intenções educativas da escola e a evolução da aprendizagem e discutir estratégias conjuntas para melhorá-la", acredita Pedro de Carvalho da Silva, da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, em Portugal. Durante a pesquisa As Escolas e as Famílias em Portugal - Realidade e Perspectivas, com famílias consideradas ausentes da Educação dos filhos, o professor verificou que o principal motivo da não-participação era a pauta das reuniões: "Elas eram chamadas para ouvir comentários negativos sobre os filhos ou sobre a maneira de educar em casa". Na EE Leopoldo Miranda, em Belo Horizonte, o foco dos encontros é sempre a aprendizagem. E isso desde a primeira reunião, em que os pais dos 1,4 mil alunos ocupam o pátio da escola. No evento, a diretora, Lilianne Marino, entrega o calendário e as regras da escola e apresenta o projeto político pedagógico. Ela faz um balanço do ano anterior e informa sobre as metas, organizadas em uma planilha e classificadas por cores: em verde estão as que foram atingidas e em vermelho aquelas em que a escola precisa melhorar. Nas outras reuniões, os pais são convidados para ver produções dos filhos e recebem um relatório sobre os avanços na aprendizagem.
5. Marcar encontros em horários convenientes aos pais
Uma medida simples e bastante eficiente para garantir uma reunião com um quórum significativo é marcá-la em data e hora que permitam aos pais comparecer. Todos sabem que homens e mulheres enfrentam duplas jornadas, dividindo o dia entre os afazeres de casa e os profissionais. Não adianta agendar a reunião para as 15 horas de uma quarta-feira porque a sala ficará vazia. O ideal é fazer uma enquete com as famílias para saber quais são os horários mais adequados à maioria. Informe com antecedência o dia do encontro, assim como a pauta, o tempo de duração e os momentos previstos para as falas de pais, gestores e professores.
6. Expor a produção dos alunos
Ao compartilhar com a comunidade o que as crianças fazem em sala de aula, os gestores mostram o que importa no processo. É possível expor as produções dos alunos nos diferentes espaços da escola e da comunidade durante o ano, de modo que todas as turmas tenham a possibilidade de mostrar o que aprenderam. Assim, os alunos saberão respeitar as atividades realizadas pelos colegas e os pais terão a oportunidade de acompanhar a produção dos filhos. Portfólios, cadernos, avaliações e trabalhos coletivos e individuais são os registros materiais que documentam os avanços da garotada. Eles devem estar sempre em ordem, apresentáveis e disponíveis para os pais.
7. Informar a comunidade sobre o desempenho da escola
Ferramentas tradicionais, como murais, bilhetes, diário dos alunos e demais comunicados impressos, são instrumentos que servem para informar sobre o funcionamento da escola, prestar contas, convocar reuniões e compartilhar os projetos em andamento. Na era da informática, as escolas com computador e acesso à internet podem ter outros canais de comunicação que facilitem a interação. A criação do site da escola com espaço para comentários dos visitantes, de listas de discussão, fóruns e blogs é um exemplo. Os resultados de avaliações como a Prova Brasil e as feitas por sistemas estaduais e municipais, pela importância que têm para o diagnóstico da escola e o planejamento de ações futuras, não devem ser comunicados por escrito. Eles merecem ações mais formais de divulgação. Para eles, convoque uma reunião específica com pais, funcionários e equipe pedagógica da escola para discutir os dados.
8. Abrir uma Associação de Pais e Mestres
As associações de Pais e Mestres APMs são organizações da sociedade civil que dão apoio às questões financeiras em prol das necessidades pedagógicas e administrativas. Enquanto os conselhos têm uma função basicamente consultiva, as APMs constituem, pela sua natureza jurídica, os braços executores. Elas podem receber recursos públicos vindos de programas oficiais - como o Programa Dinheiro Direto na Escola, do governo federal, e outros específicos das redes às quais pertencem - e têm a possibilidade de arrecadar contribuições da comunidade. Além dos pais, elas serão mais representativas se contarem com a presença de professores que ainda estão na ativa e aposentados, alunos e ex-alunos que ainda mantenham vínculo com a instituição e moradores e empresários da comunidade. A participação deve ser aberta a todos os interessados. Contudo nada impede que um convite pessoal seja feito para aqueles que acompanham mais de perto a vida da escola. Algumas redes estaduais e municipais têm normas que regulamentam a formação das APMs. Procure se informar sobre o estatuto da sua região na Secretaria de Educação e procure os materiais distribuídos gratuitamente pelo Ministério da Educação (MEC).
9. Incentivar a participação no conselho escolar
É no conselho escolar que são debatidas a aplicação dos recursos financeiros, a compra de materiais pedagógicos e as estratégias adequadas para a superação dos mais variados problemas relacionados com o dia a dia da instituição. Quando ele é bem estruturado, ajuda o gestor a definir a personalidade da escola. Os conselheiros passam a ser verdadeiros parceiros na tomada de decisões para a melhoria da qualidade do ensino, tornando a gestão mais democrática. Algumas redes têm normas que regulamentam a formação dos conselhos. O MEC também disponibiliza material para a implantação nas escolas. O conselho da EMEF Jean Piaget, em Porto Alegre, é muito ativo graças à integração entre gestores e famílias. "Desde o início, chamamos para participar pais e professores que tinham uma forte ligação com a escola e a comunidade. Como estavam sempre presentes, já sabiam das necessidades e estavam dispostos a colaborar por um objetivo comum", conta a vice-diretora, Sabrina Garcez. Em uma das reuniões, os gestores mostraram o quanto a evasão prejudicava a avaliação e a imagem da escola. Os membros do conselho decidiram conversar com as famílias. Foi assim que Mário Virgulino e Nilza Satim conseguiram que Everton Gabriel Araujo, neto de Maria Lurdes Macedo, retornasse às aulas. "Em dois anos, reduzimos em 95% a evasão e o nosso projeto se tornou modelo para a cidade", afirma Paulo Alécio Muhl, diretor da Jean Piaget.
10. Emprestar o espaço para eventos da comunidade
A escola pode abrir a quadra, o pátio e até as salas de aula para pais e vizinhos e oferecer atividades esportivas, culturais e sociais quando esses ambientes não estiverem sendo utilizados pelos alunos. Para que essa iniciativa dê certo, é preciso que a gestão estabeleça normas claras e organize os horários adequados para garantir a segurança dos usuários e do patrimônio, além da utilização compatível com os objetivos da escola. Essa ação tem sido transformada em políticas públicas por algumas redes, que a incentivam e dão subsído para que ela aconteça, na medida em que atende a uma necessidade do público por um lugar organizado para o lazer. A comunidade, por sua vez, passa a respeitar o espaço que utiliza.
11. Criar uma escola de pais com palestras e debates
"Sempre que possível, a escola deve ser uma referência para as famílias, ajudando-as a compreender melhor os filhos e a realidade. Ela pode levantar o debate sobre as questões sociais e culturais mais presentes no cotidiano da comunidade", acredita Maria do Carmo Brant, do Cenpec. Encontros com especialistas em saúde, nutrição, aprendizagem, higiene e debates sobre violência e psicologia infantil são assuntos que interessam a todos. Além disso, é uma forma de, por meio da informação e da análise, favorecer a transformação do entorno.
12. Visitar as famílias em casa
Sair da escola para conhecer o bairro, a residência e os pais dos estudantes pode ser uma experiência e tanto para gestores e docentes. Com essa prática, eventuais problemas de comportamento ou dificuldade em sala de aula têm mais chances de ser compreendidos e resolvidos. Em Taboão da Serra, município da Grande São Paulo, o Programa de Interação Família e Escola, no qual professores e diretores visitam a casa dos alunos, transformou a realidade do município e da Educação local, melhorando a aprendizagem e reduzindo a evasão. Para que uma iniciativa assim dê certo, é preciso organizar um calendário e verificar quais membros da equipe estão dispostos a participar, assim como as famílias que aceitam receber os educadores
13. Promover festas e comemorações
Assim como as atividades esportivas e culturais, as festas não devem ser as únicas oportunidades para contar com a presença de pais e mães na escola. Contudo, elas são ótimas chances para criar uma relação mais próxima e conversar sobre os filhos. As famílias mais presentes até assumem a organização de eventos e outras iniciativas propostas pela escola. Na EMEF Jesus de Nazaré, em Açailândia, a 600 quilômetros de São Luís, pais como José Silva dos Santos estão sempre presentes para ajudar no dia a dia da escola. Em eventos como a tradicional Festa Junina, ele aproveita para pendurar bandeirinha com o professor de Educação Física, Ezau Souza, e conversar sobre o desempenho do filho. "A presença deles nas comemorações é só parte do que acontece durante o ano todo", diz a diretora, Marta Gomes. A política de portas abertas da gestora deixa os pais à vontade para que frequentem a escola não somente nas reuniões, mas sempre que precisam tirar dúvidas e se informar sobre os filhos. "Deixo claro que não há ninguém melhor do que eles para cobrar o bom desempenho dos professores e da equipe gestora." Porém alguns cuidados são necessários ao planejar as comemorações: as festas não podem desrespeitar a liberdade religiosa das famílias nem ter participação obrigatória.

Fonte: Educar para Crescer

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Evesp oferece curso de espanhol gratuito para alunos da rede estadual

Os interessados podem se inscrever até o dia 26 de abril
A Escola Virtual de Programas Educacionais (Evesp), está com uma oportunidade imperdível para os alunos interessados em aprender a língua espanhola. No site da Evesp, os estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental, do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA), podem se inscrever no curso de espanhol gratuito, oferecido em parceria com a Universia Brasil. O prazo para o término das inscrições é dia 26 de abril. No total, são 3,6 mil vagas.

As aulas podem ser feitas no computador de casa - basta ter acesso à internet - ou na própria unidade de ensino em uma das salas do Acessa Escola. Toda a plataforma é autoexplicativa. Ao todo, são dez módulos com carga horária total de 60 horas, e cada um deles é disponibilizado quando o estudante atinge 80% de acerto na avaliação do módulo anterior. A plataforma fica aberta 24 horas por dia.
Ao longo do curso, os participantes desenvolvem as habilidades da fala, leitura e escrita no idioma. O conteúdo tem ainda como foco situações do cotidiano e abrange a gramática da língua espanhola, incluindo tempos verbais, adjetivos e advérbios. O aluno que concluir todas as etapas recebe diploma.

Acesso para ex-alunos
Além dos estudantes matriculados neste ano na rede, os egressos também podem participar do programa. Aqueles que não tiverem a sequência numérica (Registro do Aluno) podem enviar e-mail para a escola ou para a Diretoria de Ensino e fazer a solicitação. Através do nome completo e RG, a equipe do Núcleo de Vida Escolar da Pasta irá validar o cadastro do aluno no sistema manualmente.

 Fonte:http://www.educacao.sp.gov.br/

30 FILMES PARA ENTENDER A HISTÓRIA DA ARTE

Já que a arte existe para que a realidade não nos destrua (como dizia Nietzsche), aqui vai uma lista para um melhor entendimento sobre a arte, pintores e momentos históricos. Que agucemos e eduquemos nossa sensibilidade:
1) Carnival in Flanders, 1935
A obra retrata a chegada dos soldados espanhóis a Flandres e aspectos da escola barroca holandesa e espanhola.

2) Rembrandt, 1936
A obra retrata a mudança de vida do pintor Rembrandt e a morte de sua companheira.
3) The moon and sixpence, 1943
Obra adaptada da vida Paul Gauguin.
4) Cinco mulheres ao redor de Utamaro, 1946: adaptação da vida do pintor japonês Utamaro.
5) Moulin Rouge, 1952
Baseada na novela de Pierre La Mure, o filme retrata momentos da vida do pintor Toulouse-Lautrec.
6) Lust for Life, 1956
Adaptação sobre a vida de Vincent Van Gogh.
7) O mistério de Picasso, 1956
Adaptação sobre a vida de Pablo Picasso.
8) Montparnasse 19, 1958: adaptação sobre a vida do escultor e pintor Amadeo Modiglani.
9) El Greco, 1966: adaptação da vida de Donénikos Theotokópoulos, El Greco.
10) Frida: natureza viva, 1984
Adaptação da vida de Frida Kahlo.
11) Caravaggio, 1985
Adaptação da vida e obra de Michelangelo Merisi, Caravaggio.
12) A paixão de Camille Claudel, 1988: adaptação da vida da escultora Camille Claudel.
13) Dalí, 1991: adaptação sobre o início da fama de Salvador Dalí.
14) Vincent e Theo, 1990
Fragmentos da vida do pintor holandês Van Gogh e de seu irmão.
15) Van Gogh, 1991: adaptação sobre o último verão da vida de Van Gogh.
16) Surviving Picasso, 1996: adaptação da vida de Picasso e sua amante Françoise Gilot.
17) I shot Andy Warhol, 1996
Filme que retrata a sociedade e arte dos anos 60, baseado na história de Valerie Solanas.
18) El amor es el demonio, 1998: adaptação do momento de maior êxito de Francis Bacon, em confluência com o momento que seu companheiro decide acabar com a própria vida.
19) Lautrec, 1998: adaptação da vida de Toulouse Lautrec, baseada em sua vida pessoal.
20) La hora de los valientes, 1998: representação do translado das obras de arte do Museo del Prado até Valência durante a Guerra Civil.
21) Goya en Burdeos, 1999: adaptação dos últimos meses de vida de Goya.
22) Abajo el telón, 1999
Nessa obra Diego Rivera recebe a tarefa de pintar a antecâmera do Rockefeller Center, em um período complicado para os artistas.
23) Pollock, a vida de um criador, 2000
Obra baseada no livro de Jackson Pollock, sobre a técnica de dripping.
24) Buñuel and King Solomon's table, 2000: recriação do tempo que passaram juntos Buñuel, Garcia Lorca e Salvador Dalí.
25) Frida, 2002
Adaptação do livro de Hayden Herrera sobre a vida de Frida Kahlo e Diego Rivera.
26) Modigliani - A paixão pela vida, 2004: adaptação da rivalidade entre Picasso e Modigliani.
27) Klimt, 2006: adaptação da vida de Gustav Klimt.
28) As sombras de Goya, 2006
Marcada pelo contexto da Inquisição Espanhola, a obra narra momentos históricos em que o pintor Francisco de Goya estava imerso.
29) El Greco, 2007
Adaptação da novela de Dimitris Siatíopulos sobre a vida de El Greco.
30) Renoir, 2013
Adaptação da vida do pintor Auguste Renoir.


Fonte:http://lounge.obviousmag.org/

SP Escola de Teatro abre vagas para seus oito Cursos Regulares

A SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, abre vagas para seus oito Cursos Regulares: Atuação, Cenografia e Figurino, Direção, Dramaturgia, Humor, Iluminação, Sonoplastia e Técnicas de Palco.

Todos os cursos são gratuitos. As vagas disponíveis são para o segundo semestre de 2015. Com duração de dois anos, os cursos têm aulas de terça a sexta-feira, nos períodos matutino (das 9h às 13h) e vespertino (das 14h30 às 18h30), e aos sábados, das 9h às 18h30, totalizando 1920 horas, divididas em quatro módulos.

As inscrições para o Processo Seletivo deverão ser feitas exclusivamente pela internet, no site do Instituto Mais, até as 17h do dia 7 de maio. Leia aqui no portal o Edital.


Para se inscrever e concorrer a uma das 53 vagas, distribuídas entre os períodos matutino e vespertino do segundo semestre de 2015, os interessados precisam ser maiores de idade (ter 18 anos completos até a data de início das atividades letivas da Escola) e possuir Ensino Médio completo. A taxa para efetuar a participação no Processo Seletivo é de R$ 51.

O candidato interessado em requerer os benefícios da redução de 50% do valor da taxa fixada, ou na isenção total de 100% do valor da taxa fixada da inscrição, deverá preencher, durante o período de 14 a 18 de abril de 2015, o requerimento de solicitação de redução ou isenção do valor da taxa de inscrição, disponível, exclusivamente, no endereço eletrônico www.institutomais.org.br.

O Processo Seletivo será realizado em dois Momentos: o Primeiro Momento, de caráter classificatório, constará de Entrevistas e uma Redação, para todos os candidatos inscritos; e o Segundo Momento, de caráter eliminatório e classificatório, será realizado por intermédio de avaliações específicas relacionadas ao curso de interesse do candidato e somente serão convocados os candidatos que obtiverem média igual ou superior a 5,0 (cinco), de acordo com o número de vagas disponíveis em cada curso.

Os editais de convocação para realização das avaliações do Primeiro Momento serão divulgados na data prevista de 15 de maio de 2015, nos endereços eletrônicos www.institutomais.org.br ewww.spescoladeteatro.org.br e nos murais da recepção da SP Escola de Teatro. Não serão prestadas informações por telefone.

Conheça um pouco sobre cada um dos cursos:

I – ATUAÇÃO 
Coordenador: Hugo Possolo 
O curso está voltado à formação de atores com ênfase no domínio e consciência da cena para que esse artista tanto dialogue com as orientações gerais da encenação, definidas pelo diretor e toda a equipe, como possa assumir a responsabilidade pelo desenvolvimento de seu processo criativo de forma independente em suas pesquisas e opções estéticas.  O curso pretende estimular a consciência da função social do artista, a capacitação de seu corpo e voz para expressão bem como para a sensibilidade crítica do ator para o mundo contemporâneo.  Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

II – CENOGRAFIA E FIGURINO 
Coordenador: J. C. Serroni
O curso, por intermédio de conhecimentos básicos, capacitará os interessados em ingressar profissionalmente na área. O curso abrange também o estudo das cenografias de áreas como cinema, televisão, exposições, eventos, entre outras. As aulas teóricas e práticas são complementadas por meio de contato com diversos profissionais experientes do setor. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.   

III – DIREÇÃO 
Coordenador: Rodolfo García Vázquez
O curso prepara e instrumentaliza encenadores para o fazer teatral, enfatizando a visão crítica e ampla sobre a sociedade e as possibilidades da encenação contemporânea. Este curso oferece caminhos criativos e teóricos para que os encenadores saibam lidar com todos os âmbitos da cena teatral.  Conhecimentos como a ordenação do fluxo do trabalho cênico, experimentações envolvidas no processo de criação teatral, procedimentos para o fazer criativo e a busca por uma expressão teatral singular fazem parte das propostas do curso. Estão previstos também estudos de diversas perspectivas cênicas contemporâneas. Trata-se de uma formação humanista e interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola. O candidato deverá ter experiência teatral. 

IV – DRAMATURGIA 
Coordenação: Marici Salomão
Direcionado a novos dramaturgos, o curso visa estimular novas percepções de mundo e diferentes formas de construção textual. Equilibra teoria, técnica e prática, incluindo conteúdos que compõem a base de criação a outras mídias. Os textos criados pelos aprendizes são analisados em grupo e em plantões individuais, com dramaturgos especializados, e podem vir a ser publicados, lidos publicamente e/ou montados. O curso enfatiza a formação teórica e prática sobre postulados mais recentes no Brasil, como o dramaturgismo. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

V – HUMOR 
Coordenação: Raul Barretto
O curso de Humor está voltado para a formação de humoristas e comediantes, capacitando-os para a atuação cênica, desenvolvendo suas aptidões de corpo e voz para o jogo cênico. São contempladas a formulação de arquétipos, criação de personagens e a elaboração de uma dramaturgia cômica. Busca-se formar um ator com visão crítica, com ênfase no humor, que contextualize sua obra e compreenda a dimensão histórica da função social do riso. O curso estará sintonizado com o fazer e o saber teatral de seu tempo. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

VI – ILUMINAÇÃO 
Coordenação: Guilherme Bonfanti
O curso qualifica aprendizes interessados na iluminação dentro do âmbito das artes cênicas.  Um dos seus propósitos é unir tecnologia de ponta com o que existe de mais artesanal nas maneiras de utilizar a iluminação, ressaltando a criatividade do técnico-artista. O curso promove a aproximação de áreas importantes para a formação do artista da luz, em especial as artes visuais. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola. 

VII – SONOPLASTIA 
Coordenação: Raul Teixeira
O curso propõe a formação do aprendiz por meio de conhecimentos ligados à comunicação pelo som. O curso abrange estudos teóricos e práticos de diversos meios de produção de som, como música, ruídos ou voz. Trata-se da formação do sonoplasta com ênfase na dramaturgia sonora, teoria musical, repertório, técnicas em sonoplastia e práticas sonoras. As propostas do curso envolvem discussões sobre a música no teatro, cinema, rádio e televisão.  Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola. 

VIII – TÉCNICAS DE PALCO (Cenotecnia) 
Coordenação: J. C. Serroni
O curso capacita aprendizes interessados na profissionalização do técnico de palco. O que seria um técnico de palco? Aquele profissional que trabalha nos bastidores do teatro, auxiliando na construção e funcionamento do espetáculo. Em um mercado de trabalho atualmente tão carente desse profissional, o técnico de palco pode ser o cenotécnico, o diretor de cena, o contrarregra, o aderecista ou o maquinista de espetáculos. A formação consiste em aulas teóricas e práticas, em ateliês e/ou oficinas. São quatro semestres com aulas presenciais, sendo que durante o terceiro e o quarto módulo o aprendiz deverá também cumprir estágio obrigatório de 480h, fora dos horários de aulas. Trata-se de uma formação interdisciplinar com as outras artes do palco oferecidas pela Escola.

Fonte:http://spescoladeteatro.org.br/