quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

INTERNET: Parece Facebook, mas não é: são as redes educativas

Serviços ganham força nos Estados Unidos e desembarcam no Brasil. Professores e alunos podem fazer quase tudo ali, desde que seja educativo

Reportagem de  Nathalia Goulart
Foto: Luis Ushirobira
Foto: As redes sociais educativas vão ao encontro das necessidades da nova geração: ensino rápido, atualizado e interativo
As redes sociais educativas vão ao encontro das necessidades da nova geração: ensino rápido, atualizado e interativo



Seus usuários trocam mensagens, compartilham fotos e comentam atividades recentes. Até parece o Facebook, mas não é. Nesse território, os usuários têm um único assunto: educação. São as chamadas redes sociais educativas. Elas funcionam como uma rede social virtual, mas são mais seguras - o que agrada professores e escolas - e tornam o aprendizado mais interessante para a geração que já nasceu conectada à internet. Além disso, permitem aos pais dar uma espiadinha na rotina escolar dos filhos. "Queremos tornar a escola mais colaborativa, divertida e social", diz Shivanu Shukla, fundador da Teamie, uma rede nascida em Singapura que já mira o mercado brasileiro.
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Por enquanto, uma das poucas redes internacionais que disponibilizam conteúdo em português é a Edmodo, sucesso nos Estados Unidos. Nascida em 2008 no Vale do Silício, na Califórnia, já recebeu 47,5 milhões de dólares em investimento (25 milhões no último mês) e soma hoje mais de 9,8 milhões de usuários espalhados por quase 100.000 instituições de ensino. O número representa apenas a centésima parcela de usuários do Facebook, mas é considerado um feito e tanto em matéria de ambientes dedicados exclusivamente ao ensino. Conta Jeff O'Hara, um dos fundadores da plataforma: "A ideia surgiu enquanto eu trabalhava na área de TI de uma secretaria de educação. Vi que muitas redes sociais e sites de vídeo eram bloqueados, e comecei a pensar em alternativas. Percebi que a educação precisava de um espaço só seu."
Como funcionam

O funcionamento da Edmodo, da Teamie e dos demais serviços nascentes é bastante parecido. Em geral, o professor se inscreve na plataforma - que pode ser gratuita ou paga, dependendo da empresa desenvolvedora e dos recursos oferecidos -, cria comunidades para os cursos que ministra em determinada instituição de ensino e, em seguida, ‘’adiciona’’ seus alunos, franqueando o acesso deles à rede. A partir daí, em um ambiente restrito, é possível compartilhar mensagens, material didático, textos e livros e também criar fóruns de discussão. Tudo isso é exibido em uma espécie de linha tempo, bem semelhante à do Facebook. Os estudantes podem entregar trabalhos pela ferramenta, e o professor pode atribuir as notas ali mesmo. Para os docentes, é oferecida ainda uma biblioteca virtual, onde é possível organizar livros, textos e artigos interessantes a cada disciplina. Caso um estudante use a rede para fins não educativos, os professores têm autonomia para deletar comentários impróprios ou arquivos indesejados. "Sabemos que a segurança e a privacidade são imprescindíveis nesse campo da educação", diz Nic Borg, cofundador da Edmodo. De fato, o medo de perder o controle da situação é preocupação permanente dos docentes.

No Brasil

A bem-sucedida experiência internacional da Edmodo entusiasmou o professor de história Rodrigo Abrantes, do Colégio Joana D'Arc, de São Paulo. Desde o início do ano letivo, ele vem integrando a rede social a seus cursos. "Fiquei empolgado com a possibilidade de intercâmbio de ideias e compartilhamento de conteúdos e experiências em um ambiente virtual especificamente escolar", conta. O trabalho tem fluido bem, principalmente nos anos finais do ensino médio. "Em uma aula de atualidades, por exemplo, os livros didáticos ficam defasados rapidamente. Com a ajuda da internet, fica mais fácil compartilhar material complementar com os alunos." Entre as ferramentas que fazem mais sucesso nas aulas de Abrantes está o quiz, aquele jogo de perguntas e respostas. Se um ponto da matéria não foi bem assimilado pelos estudantes, o professor cria testes on-line que ajudam a fixar o conteúdo e, de quebra, treinar para o vestibular. "Não digo que eles me pedem para passar dever de casa, mas eles se empolgam mais em responder questões na internet do que no papel."

Vantagens para todos os lados

Estudantes e professores não são os únicos empolgados com as novas ferramentas. Estudiosos também veem com bons olhos as redes sociais educativas. "Esses sistemas permitem uma experiência educacional mais maleável, no sentido de que o professor pode adaptá-la segundo as necessidades da classe. Além disso, ela extrapola os muros da escola. O estudante passa a estar 'conectado' ao saber mesmo fora do período de aula", diz Christopher Quintana, especialista em tecnologia da educação da Universidade de Michigan. Outro ponto positivo: sites como o Edmodo permitem a participação dos pais, mantendo-os atualizado sobre as atividades escolares dos filhos. "Nosso objetivo é criar uma comunicação transparente entre família e escola para que toda comunidade escolar acompanhe de perto a evolução dos estudantes", diz Shivanu Shukla, da Teamie.

O entusiasmo dos especialistas com os serviços, contudo, não deve ser compreendido como aprovação total. "Tudo ainda é muito novo, e não houve tempo para a medição de impactos", diz Quintana. "É preciso evitar exageros, como avaliar que esta é a salvação para todos os males da educação." Em resumo: é preciso dar tempo ao tempo e às redes para avaliar a capacidade de inovação delas no campo da educação. O estudioso lembra ainda que nem todos os conteúdos se adaptam bem ao formato. "O professor precisa ter discernimento para saber quando alguma interação precisa ser real, não virtual."

Iniciativas novas

Na esteira da Edmodo, outras redes vicejam. Há, por exemplo, serviços voltados ao ensino superior. É o caso do Lore. Criada por quatro jovens amigos, a rede já é acessada por estudantes de mais de 600 universidades, majoritariamente nos Estados Unidos. "Percebemos que, para fortalecer os laços sociais, existia o Facebook; para estreitar relações profissionais, o LinkedIn. E para as relações acadêmicas?", diz Hunter Horsley, criador do Lore. Não existia alternativa à vista. Ou os estudantes criavam comunidades fechadas no Facebook ou trocavam mensagens por meio de grupos de e-mail. "Mas era tudo improvisado", diz Horsley. O criador compara o Lore ao Facebook da fase original (mas sem a eleição da "garota mais quente", que marcou o nascimento do site de Mark Zuckerberg), quando só estudantes de Harvard podiam se cadastrar na plataforma universitária. Assim como Zuckerberg, Hunter abandonou os estudos e não chegou a concluir seu curso, na Universidade da Pensilvânia. Hoje, dedica-se exclusivamente ao negócio. 

O lucro dessas redes pode vir de duas fontes: a cobrança de uma taxa de acesso ou a venda de acessórios. No caso da Edmodo, o dinheiro vem da venda de aplicativos educativos, comercializados em uma loja virtual nos moldes da AppleStore. As vendas ainda não estão liberadas para os usuários brasileiros, mas isso deve acontecer em breve. Já a Teamie cobra pelo acesso. A taxa é de 5,50 dólares (equivalente a cerca de 12 reais) por aluno ao mês. 

Por aqui, a onda das redes sociais educativas já inspirou um negócio genuinamente brasileiro. O site Passei Direto foi idealizado por Rodrigo Salvador quando ele tinha apenas 17 anos. Seis anos depois, a ideia saiu do papel. Lançado em 4 de junho, já tem 110.000 usuários espalhados por 30 instituições de ensino. Para fazer parte, o usuário cria um perfil e seleciona a universidade e o curso do qual faz parte. Lá, encontra outros estudantes na mesma condição: a partir daí, começa o compartilhamento de arquivos e mensagens. Os professores até podem fazer parte rede, mas são identificados como qualquer outro usuário. Ou seja, o negócio é mesmo dedicado aos estudantes. E a um assunto: a educação.

Como funcionam as redes sociais educativas

Ações comuns a professores e alunos

- O professor pode publicar livros e artigos eletrônicos, enquanto os alunos entregam trabalhos e tiram dúvidas
- Mensagens: todos podem fazer postagens públicas. Só professores podem enviar textos (uma avaliação, por exemplo) restritos a um aluno ou grupo. Mensagens restritas entre estudantes não são permitidas
- Fotos também são vistas por toda a comunidade

Ações exclusivas do professor

- Criar comunidades relativas a suas disciplinas e adicionar alunos a esses ambientes
- Criar testes, distribuí-los aos alunos e depois avaliar o desempenho de cada um deles
- Criar uma agenda com eventos importantes à comunidade, como data de provas e entrega de trabalhos

Conheça seis redes sociais voltadas à educação

O Edmodo já está disponível em português, e o acesso é inteiramente gratuito. Tem como público-alvo escolas de ensino fundamental.

O Teamie ainda não tem versão em português. O primeiro acesso é gratuito e limitado. Para desfrutar de toda a rede, é preciso dembolsar cerca de 11 reais ao mês.

O Schoology também não tem versão em português, mas o acesso é totalmente gratuito. 

A rede Lore está inteiramente em inglês e é voltada a estudantes do ensino superior. O acesso é gratuito. 

O Passei Direto é uma rede brasileira voltada a estudantes do ensino superior. 

O Ebah também é uma rede brasileira destinada ao compartilhamento de material acadêmico. Tem como público-alvo estudantes do ensino superior.

Fonte: Educar para Crescer

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Aprenda a Montar uma Horta em Casa

Saber usar os recursos naturais para atender nossas necessidades tornou-se imprescindível nos dias atuais. O fato do Brasil deter 13% das reservas de água doce do Planeta, somado à oferta dos recursos naturais, gerou a crença de inesgotabilidade, e com isso, muitos ainda adotam uma postura descomprometida com a proteção e o equilíbrio ecológico.
Para contribuir com a conscientização ambiental, o Acessa SP oferece gratuitamente minicursos que tratam de diferentes práticas sustentáveis.
Minicursos oferecem dicas de mudanças de hábitos indispensáveis para a preservação do planeta
Os minicursos são gratuitos e podem ser acessados no portal do Programa. Para o cidadão que não possui acesso à internet, ou tem dificuldade para manusear um computador, o Acessa SP coloca à disposição 840 postos no Estado, sendo que em cada um deles há ao menos um monitor capacitado e disponível para atender suas demandas.
Ao todo são 32 opções de Minicursos oferecidos. Entre os temas que abordam práticas sustentáveis estão: “Dicas para uma vida sustentável”; “Alimente-se bem sem desperdícios”; “Como fazer uma horta” e “Faça o tempo render”. Para cursá-los, basta inscrever-se e escolher o assunto de interesse. Uma vez inscrito, o usuário tem livre acesso para cursar todos os conteúdos disponíveis.
“Como fazer uma horta” é uma das opções de minicursos do Acessa SP
Sustentabilidade
Com a escassez da água, um dos temas mais discutidos atualmente têm sido a sustentabilidade, que consiste em ações e atitudes que visam suprir as necessidades humanas, sem comprometer o futuro das próximas gerações, utilizando os recursos naturais de forma inteligente.
O minicurso “Dicas para uma vida sustentável” foi dividido em cinco lições que trazem diversos exemplos de práticas sustentáveis, capazes de contribuir diretamente com a preservação do planeta, entre elas: consumo consciente, descarte adequado do lixo, como evitar a poluição do ar, dicas para economizar energia elétrica e como evitar o desperdício da água.
Práticas sustentáveis tornaram-se essenciais para a preservação do meio ambiente
“Alertar sobre práticas sustentáveis deixaram de ser apenas uma tarefa dos governos, universidades e ONGs e passaram a ser  missão de cada cidadão. O objetivo dos minicursos é conscientizar os usuários do Programa e torná-los agentes multiplicadores da informação e transformadores do meio em que vivem, pois são atitudes locais que geram reflexos globais”, destaca o superintendente do Acessa SP, Emilio Bizon Neto.
O Acessa SP conta com 840 postos ativos e 217 em implantação. O Programa chegou até as comunidades mais distantes, já são 36 Acessas Rurais em funcionamento e outros 72 sendo implantados em diversas regiões do Estado.
Para este ano, os usuários do Programa podem esperar mais novidades para a área ambiental. O Acessa Verde é um dos projetos em pauta. A novidade inclui o desenvolvimento de novos cursos on-line, e terá como principal público, usuários das unidades rurais.
Acessa Verde é uma das novidades do Programa e está sendo criado para beneficiar pequenos e médios produtores
Adquirindo hábitos sustentáveis
Outros minicursos oferecidos pelo Programa complementam ações sustentáveis que podem ser adotas por todos, como: “Alimente-se sem desperdícios”, que ensina o usuário a adquirir bons hábitos alimentares, comendo bem e de forma econômica, evitando o desperdício e aproveitando ao máximo os nutrientes dos alimentos.
Outra prática sustentável ensinada é “Como fazer uma horta”, que propõe o cultivo da própria horta através do uso de materiais recicláveis, como caixas de leite, por exemplo. O minicurso gera benefícios como economia e qualidade de vida, e a prática adotada pode inclusive, gerar renda extra para o cultivador.
Minicurso ensina usuário a adquirir bons hábitos alimentares evitando o desperdício
Práticas sustentáveis também podem ser vistas no minicurso “Faça o tempo render”, que possibilita que o usuário reflita sobre hábitos que podem ser evitados para melhorar a qualidade de vida e organizar o dia a dia.
Mais dicas
Outros portais do Governo do Estado que podem ser acessados nos postos Acessa SP ou pelos próprios dispositivos dos usuários em nossos pontos de wifi, também trazem informações sobre o meio ambiente. No portal daCoordenadoria de Assistência Técnica Integral – CATI – por exemplo, é possível encontrar informações como: Previsão do Tempo, Cadeias Produtivas, Infosecas, Médias de Chuvas e Preços Agrícolas -.
Já para quem tem interesse em especializar-se em temas ambientais, algumas opções de pós-graduação podem ser encontradas no portal da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.  A aba “ensino” dá acesso às opções de pós-graduação na área ambiental.
Minicursos do Acessa SP
Os minicursos são disponibilizados aos usuários do Acessa SP desde 2002 e já possuem mais de 115 mil cadastrados, incentivando a educação à distância com temas aplicáveis no dia a dia. Os conteúdos incluem áudios, imagens, ilustrações, lições, testes e links externos.
Você chegou ao lugar certo para aprender, a distância, sobre os mais variados assuntos. Os minicursos são gratuitos e divididos entre três e cinco aulas. Cada aula não leva mais que 15 minutos. Escolha um tema para começar e... aproveite ao máximo!
Entrar no assunto escolhido é fácil: com o mouse, clique sobre o tema escolhido. Em seguida, matricule-se. É só preencher a ficha para transitar livremente. Não precisa pagar nada. Bom aprendizado!
Comissário de Bordo
Comissário de Bordo
Viajar Barato
Viajar Barato
Empreender no Turismo
Empreender no Turismo
Fonte: Acessa SP

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Curso gratuito de dublagem da SP Escola de Teatro tem inscrições abertas

Público pode se inscrever até o dia 18 de fevereiro

divulgação
divulgação
SP Escola de Teatro aceita inscrições para curso gratuito de dublagem até 18 de fevereiro
Até 18 de fevereiro, jovens atores ou aspirantes acima de 13 anos podem se inscrever para o curso gratuito de dublagem da SP Escola de Teatro. As inscrições devem ser feitas pelo site da SP Escola de Teatro e no dia 20 de fevereiro são divulgados os selecionados para audição.
Os selecionados recebem um comunicado por e-mail e devem confirmar comparecimento. As audições acontecem dia 24 de fevereiro, das 14h30 às 18h, e no dia 26 são divulgados os aprovados para o curso e matrícula online.
As aulas estão programadas para acontecerem de 2 de março a 8 de abril, sempre às segundas, terças e quartas das 15h às 18h.
O curso é ministrado por Herbert Richers Jr. e tem como objetivo o entendimento e prática do ofício de ator e dublador, suas técnicas e exercícios, preparando com qualidade profissionais para o mercado da dublagem.
Fonte Catraca Livre

23 dicas para seu filho se dar bem na escola

Quanto mais os pais participam da vida escolar, mais os jovens aprendem






                       Foto: Aline Casassa

O papel dos pais é fundamental no desenvolvimento dos filhos
apoio dos pais e a manutenção de um bom ambiente familiar como extensão da escola são fatores indispensáveis para o desenvolvimento educacional das crianças. A família pode colaborar de várias maneiras: participando das reuniões da escola e verificando o caderno do estudante diariamente; conversando sobre o cotidiano da escola - o que foi ensinado naquele dia; que tipo de trabalhos foram feitos com os colegas - e impedindo que a criança falte às aulas.
1808Lição de casa é participação 
Confira mais dicas como estas no especial Lição de Casa.
Para Priscila Cruz, diretora-executiva do Movimento Todos pela Educação, ações simples dos familiares na realidade educacional dos filhos podem fazer toda diferença. Ela indica o incentivo à comunicação por bilhetes em casa e sugere que as crianças sejam motivadas a ler para os seus pais. "Não se pode entrar na lógica de como ajudar os filhos apenas nos estudos durante o período de provas. É preciso dizer como o pai pode ajudar na melhoria da alfabetização", diz. Vale lembrar que família pode -e deve-, sim, contribuir com as questões escolares, mas cabe à instituição de ensino a sistematização do conhecimento.
Faça o teste!Você participa da vida escolar do seu filho? 
Descubra se você contribui da melhor maneira para a Educação dos pequenos.



Veja a seguir como colaborar para que o seu filho se dê bem na escola a partir de dicas simples e práticas, baseadas em pesquisas e na experiência dos melhores profissionais da área no Brasil e no mundo.



1. Ajude na melhoria do rendimento escolar
Pesquisas mostram que quando os pais acompanham e se envolvem com os estudos dos filhos, as notas dos estudantes aumentam significativamente.

2. Pergunte o que ele aprendeu
É muito importante perguntar o que ele aprendeu nas aulas e mostrar que você está interessado na vida escolar do seu filho. Se puder, peça que ele lhe ensine algo novo - isso vai ajudá-lo a fixar o conteúdo.

3. Não o deixe faltar às aulas
Assistir às aulas todos os dias, do começo ao fim, é importante para entender as matérias e não perder o fio da meada. Não o deixe faltar sem necessidade! Nem mesmo chegar atrasado.

4. Estimule-o a estudar
Filhos estimulados pelos pais a fazer os deveres têm um desempenho melhor. Atenção: estimular não é fazer a lição por ele, mas ajudá-lo a descobrir as respostas por conta própria.

5. Combine um horário de estudo
Combine um horário para os estudos e separe um lugar da casa para isso. Se usar a mesa de refeições, por exemplo, tire o que puder atrapalhar. Ah, não se esqueça de desligar a TV, para que ele se concentre nos deveres.

6. Mostre que estudar é um prazer
Estudar é a única obrigação do seu filho, certo? Mas, e se, além disso, fosse um prazer? Não seria melhor? Compartilhe esse momento. Acompanhe-o, ajude-o a chegar às conclusões sozinho e mostre interesse, mesmo se não souber a resposta certa.

7. Seja paciente
Errar, já diz o ditado, é humano. E faz parte da aprendizagem. Se você tiver certeza de que o seu filho está errando, peça para ele ler novamente as respostas dos exercícios em que tem dificuldade. Nunca, nunca, o chame de burro, de lento, de lerdinho. Cada pessoa tem um tempo para aprender - respeite isso.

8. Confira os cadernos
Olhe os cadernos e as apostilas dele e mostre interesse pelos trabalhos. Ao perceber que ele se dedicou, dê valor. Afinal, este é o trabalho dele nesta fase da vida.

9. Pergunte nas reuniões
Nas reuniões de pais e mestres, pergunte qual conteúdo será desenvolvido em cada matéria. A escola precisa ter um plano curricular, e você e outros pais devem cobrar isso.

10. Converso sobre as notas
Se ele estiver com nota baixa, converse com o professor e veja como pode ajudar. Quanto antes ele começar o reforço escolar, melhor.

11. Garanta o acesso aos livros

Pesquisas mostram que quanto antes as crianças tiverem acesso aos livros, melhor será o desempenho delas na escola, pois a leitura é base para todas as matérias. Atenção: não obrigue seu filho a ler. Estimule-o. A leitura tem de ser um momento de lazer e de prazer.

12. Ler sempre
Leia sempre - é bom para você e excelente para o seu filho, que seguirá o seu exemplo naturalmente. Converse com ele sobre o livro, a revista ou o jornal que estiver lendo. Deixe seus livros ao alcance das mãos dele. Livro é para ser lido, não é para enfeitar prateleira.

13. Abuse das bibliotecas
Faça uma ficha para o seu filho na biblioteca mais próxima da sua casa. A maioria dos municípios do Brasil tem bibliotecas públicas e a inscrição é gratuita. Aproveite.

14. Brinque com o seu filho
Muitas brincadeiras são verdadeiros estímulos. Principalmente aquelas que incentivam a leitura, a escrita ou os cálculos. Exemplos de brincadeiras legais: forca, caça-palavras, palavras cruzadas.

15. Seja coerente
Seja coerente: suas atitudes refletem o que você pensa. Mostre que estudar é importante e ler, divertido. Estude e leia na frente do seu filho.

16. Use dicionário
É importante buscar o significado correto das palavras para aumentar o vocabulário e a capacidade de expressão. Também é bom saber usar a grafia correta. Incentive o seu filho a não usar abreviações no computador.

17. Escreva sempre
Escreva sempre que puder - bilhetes, cartas, e-mails, listas de compras... Pais que utilizam a escrita em casa ajudam na alfabetização dos filhos. Além disso, quem escreve melhor fala melhor!

18. Acompanhe o Ideb
Toda escola pública do país tem uma nota de 0 a 10: o Ideb (índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Você encontra a nota da escola do seu filho no educarparacrescer.abril.com.br/nota-da-escola e checa se o colégio tem uma Educação de qualidade.

19. Conheça os professores
É importante conhecer os professores do seu filho e se familiarizar com o ambiente que ele frequenta todos os dias.

20. Valorize o professor
Apoie o trabalho dos professores e mostre que você admira a profissão. Afinal, eles serão os grandes responsáveis pela Educação de seu filho. Pergunte a eles o que será ensinado e como você pode ajudar.

21. Converse com o professor
Converse com o professor do seu filho sempre que possível. Se não concordar com a opinião do professor, fale com ele a sós, e nunca na frente do seu filho. Ensine, sempre, o seu filho a ouvir o professor e respeitá-lo.

22. Engaje-se na escola
Entre para a associação de pais. Não tenha vergonha de apresentar o seu ponto de vista à diretoria e aos professores da escola. Critique, elogie, faça sugestões sempre.

23. Vá às reuniões escolares
É nas reuniões que você conhece a escola a fundo, acompanha o aprendizado, esclarece dúvidas gerais, vê seu filho sob outros pontos de vista... Se não puder ir, chame alguém da família para ir no seu lugar.

Fonte: Educarparacrescer

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Nos EUA, casal recebe US$ 2,2 milhões para trocar asfalto por placas solares

Reportagem de Marina Maciel 

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O casal norte-americano Julie e Scott Brusaw tem um sonho ambicioso: trocar todo o asfalto do mundo por placas solares, o que reduziria drasticamente as emissões de gases de efeito estufa e geraria energia limpa e renovável. A boa notícia é que o plano visionário está mais perto de se tornar realidade.
Batizado de Solar Roadways*, o projeto dos dois recebeu US$ 2,2 milhões viafinanciamento coletivo – aliás, mais que o dobro do valor que pediram inicialmente na plataforma de crowdfunding Indiegogo. O dinheiro veio de mais de 48 mil pessoas, de 42 países. Um sucesso! Especialmente, porque o vídeo de divulgação viralizou na web, com mais de 19 milhões de visualizações (assista no final deste post).
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Como colocar o projeto em prática? Para responder a essa pergunta, vou contar a história do começo. Quando tiveram a ideia de instalar painéis fotovoltaicos no chão, o casal passou a pesquisar uma forma de fazer as placas aguentarem muito peso. “Queríamos painéis solares em que você pudesse dirigir, estacionar e andar em cima”, conta Scott, que é engenheiro elétrico, no site da iniciativa. A pesquisa durou oito anos, mas foi bem sucedida!
Com financiamentos da Administração Federal de Rodovias dos EUA, o casal desenvolveu painéis que podem aguentar mais de 113 toneladas. Feitos de vidro (10% do material é reciclado!), cada módulo possui pequenos hexágonos que contém células solares.
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Agora, o dinheiro arrecadado com o crowdfunding será usado para viabilizar a tecnologia no mundo todo e contratar profissionais. “Esses painéis podem ser instalados em rodovias, estacionamentos, calçadas, ciclovias e playgrounds… Literalmente, em qualquer superfície abaixo do sol”, conta o casal em seu site.
A ideia é que a eletricidade gerada pelas placas abasteça casas e empresas. De acordo com os cálculos do casal, um sistema nacional de painéis pode produzir maisenergia limpa do que os Estados Unidos usa como um todo.
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Além disso, o Solar Roadways também tenta convencer com outros benefícios, como:
- fazer crescer o mercado de carros elétricos, graças aos novos postos de abastecimento de energia;
- acabar com os postes de energia das ruas, já que os fios de transmissão de eletricidade seriam subterrâneos;
- descongelar neve que fica acumulada nas vias, e
- sinalizar com iluminação LED pessoas e animais atravessando a pista à noite.
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Convenceu?
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Fonte: Planeta Sustentável Abril