quarta-feira, 7 de maio de 2014

10 passos para economizar no mochilão

Para quem quer baratear o mochilão e não sabe por onde começar, vale a pena dar uma olhada na lista que o site Wanderluster preparou e ver quais atitudes você consegue mudar no seu dia a dia da viagem.
Cozinhe - Talvez porque a maioria dos brasileiros faz viagens mais curtas que os estrangeiros (somente durante os 30 dias de férias anuais), ele se dá o luxo de comer fora todos os dias.
HI Finland/Flickr
Mesmo que a refeição seja feita em restaurantes baratos, ela pode pesar no custo total do mochilão. Considere fazer, se não as duas, apenas o jantar no hostel. Em geral o preço é de 1/3 do que se pagaria se comesse fora.
Transporte - Por mais distantes que as cidades sejam, se houver tempo disponível, faça os trechos via terrestre. Em geral, é muito mais barato.
Wanderluster
Entre trem e ônibus, o segundo sai mais barato, como é o caso do trecho entre Cusco e Puno. O ônibus normal custa 70 soles (R$ 55,74) , o turístico, 150 soles (R$ 119,45) e o trem, 754 soles (R$ 600,45).
Faça amigos - Mochileiros que você encontra pelo caminho são bons não só pelas histórias e risadas, mas também para dividir custos, seja em táxis, aluguéis de bikes ou para dividir bebidas.
Wanderluster
Carteirinha de estudante - Se você estuda não esqueça de ter sempre em mãos a carteirinha de estudante, que pode lhe gerar uma boa economia. A entrada no parque Tayrona (Colômbia), por exemplo, custa 8 mil pesos colombianos (R$ 9,60) para residentes e estudantes e 37.500 pesos (R$ 45) para reles mortais.
Julie Remizova/Flirck
Você precisa mesmo de um quarto privado? - Quartos compartidos sempre, sem exceção, são mais baratos que os privados. Considere a possibilidade. Há hostels que oferecem quartos em dormitório que possuem alguma privacidade, como cortininhas nas camas ou luzes individuais.
Prokhor Kolosov/Flickr
Couchsurfing - No limite, se a viagem é mais longa e exige maior planejamento, uma boa economia pode ser a hospedagem de graça, no sofá de desconhecidos, oCouchsurfing. No site, você consegue ver quem atualmente oferece hospedagem.
Tarsila/Flickr
Programas de milhas - Apesar de em alguns programas você ter de gastar milhares de reais para ganhar uma passagem para a ponte aérea RJ-São Paulo, no longo prazo vale a pena aderir. Quando você menos esperar vai ter milhas para viajar pra algum lugar.
Camp Emerson/Flickr
Compre passagens em sites locais - Considere comprar passagens não só em companhias locais como também em sites de pesquisa do país, como é o caso do Decolar.com, que possui filiais em diversos lugares do mundo. Uma passagem para San Andrés (Colômbia) em janeiro, por exemplo, era vendida por R$ 1.100 no Decolar brasileiro e por R$ 800 na filial colombiana, o Despegar.com, no dia 24 de abril.
Jennifer/Flickr
Programe alertas - A falta de tempo para pesquisar passagens e ficar de olho nas promoções não é desculpa. Atualmente, é possível programar alertas em sites como o Decolar.com e o Skyscanner. Quando o preço cai e chega ao valor que você estipulou, um e-mail de aviso é enviado.
Farhad Daud/Flickr
Lista de presentes - É só falar que você vai viajar, principalmente se o mochilão for para fora do país, que brota gente do rejunte do piso te pedindo lembranças. Sem ser rude, ignore todos os pedidos e faça uma lista de quem vai presentear e quanto vai gastar. Assim, não irá se empolgar nas feirinhas de artesanato por aí e deixar de fazer passeios por causa de exageros nas compras de lembranças.
Wanderluster
Fonte: Catraca Livre 
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