segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

300ª Postagem “Quebrando o Tabu” Usar drogas de forma lícita ou ilícita?Você decide.

Nesta 300ª (trecentésima) postagem resolvi colocar um assunto, para discussão(provocação). Confesso que não tenho nenhuma opinião formada, mas gostaria de interagir numa discussão sem paixões ou crenças. Apenas uma discussão, para melhor avaliarmos, qual posição deveremos tomar em relação ao consumo de drogas. De forma licita ou ilícita. O que esta claro, é que as drogas no mundo nunca se acabaram.Vamos pensar juntos.


Reportagem de Camila Garófalo em 10/12/12

Os 40 anos de Guerra às drogas custaram USD 2.5 trilhões
Reprimir, repreender e censurar. Tudo aquilo que tem como base princípios fanáticos pode, muito possivelmente, implicar numa série de equívocos. O famoso cabresto de cavalo.
Em 1970, o então presidente dos EUA, Richard Nixon, queria declarar Guerra às Drogas, propondo uma revisão do código penal federal que impedia a produção, o transporte, a venda e a posse de qualquer droga classificada como ilegal.  A política da intolerância zero estava implantada.
Em 2001, um grupo de líderes globais, incluindo 7 ex-presidentes, criaram a Comissão Global de Políticas de Drogas para acabar com a guerra de 40 anos contra as drogas, liderada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Dirigido pelo cineasta Fernando Grostein Andrade e produzido pela Spray Filmes, “Quebrando o Tabu”, longa brasileiro de 2011 ganha uma versão internacional (“Breaking the Taboo”, direção de Fernando G. Andrade e Cosmo Feilding Mellen) e um canal no Youtube, que disponibiliza o filme na íntegra e com legendas. A narração é feita pelo ator americano Morgan Freeman.
Abaixo, assista ao longa:
Para ampliar a participação pública nesse debate, os produtores do filme se associaram à Fundação Beckley (Reino Unido) e à Avaaz e lançaram também um website de campanha e uma petição endereçada à ONU, pedindo uma mudança global na estratégia de lidar com as drogas para interromper o ciclo vicioso de criminalização e punição de usuários, que acaba enriquecendo o crime organizado.

Fonte: Catraca Livre 
Postar um comentário