terça-feira, 30 de outubro de 2012

"Para acompanhar pelos próximos quatro anos: 73 promessas de Fernando Haddad durante a campanha" - CBN



A CBN listou 73 promessas de Fernando Haddad durante a campanha para você acompanhar a administração do novo prefeito de São Paulo. O conteúdo foi reunido a partir do programa de governo, de material de campanha, da propaganda eleitoral obrigatória no rádio e na TV e de entrevistas e declarações à imprensa.
Educação
1) Expandir o programa Mais Educação do Governo Federal
2) Atender a 100 mil alunos na primeira fase do programa Educação Integral, com implementação inicial em escolas de regiões com maior vulnerabilidade social
3) Ampliar a jornada escolar para sete horas, de forma gradativa. A meta é incluir 100 mil novos alunos na Educação Integral nos próximos quatro anos
4) Universalizar o atendimento de crianças na faixa etária entre 4 e 5 anos nos dois primeiros anos de gestão
5) Unificação progressiva do Centro de Educação Infantil (CEI) com a Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI), que passará a atender crianças de 0 a 5 anos em um único local
6) Construção de pelo menos 172 CEIs, por meio de adesão ao Programa Pró-Infância do Governo Federal
7) Atender a 150 mil novas matrículas na Educação Infantil em rede própria e por meio de parcerias com os governos federal, estadual e entidades comunitárias conveniadas
8) Ampliar a oferta de Educação de Jovens e Adultos (EJA), reabrindo as escolas no período noturno e utilizando os espaços ociosos no período diurno, bem como oferecendo atividades culturais, esportivas e de lazer para os alunos
9) Implantação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) na cidade de São Paulo, com 100 mil beneficiados nos quatro próximos anos
Saúde
10) Implantar gradativamente, com apoio de recursos federais, 43 novas UBS em acréscimo às 440 existentes
11) Reformar e melhorar os PS existentes (18 hospitalares, 12 isolados e quatro pronto-atendimentos) com o apoio dos recursos federais destinados à melhoria da rede de urgência, utilizando também o modelo conceitual das UPA para equipar e qualificar os PS municipais
12) Implementar cinco novos PS (três hospitalares e dois isolados)
13) Construir e instalar, com apoio de recursos estaduais, federais e do BNDES, os três hospitais prometidos pela gestão atual e não entregues – em Parelheiros, na Vila Matilde e Brasilândia – e promover ampliação dos atuais hospitais, com a meta de oferecer mil novos leitos, sendo 500 na Região Sul, 334 na Região Leste e 166 na Região Norte
14) Reabrir o Hospital Sorocabana para a atividade de internação, como Hospital Geral, sob a gestão da SMS-SP, impedindo a perda de mais 156 leitos SUS
15) Reorganizar a gestão da saúde municipal, promovendo a descentralização com transferência de recursos e poder para unidades regionais da Secretaria Municipal de Saúde
16) Retomar, sem prejuízo dos condicionantes contratuais legais e após providências administrativas necessárias, a direção pública da gestão regional e microrregional do sistema municipal de saúde
17) Reforçar a gestão pública dos serviços públicos municipais de saúde e, gradativamente, a direção das unidades de saúde estatais do município, mediante processo que assegure:
a) Quadro de servidores municipais contratados por meio de processos seletivos públicos;
b) Aprofundamento do processo de controle social do SUS no âmbito da gestão dos serviços e instituição de processos de gestão participativa;
c) Cumprimento dos princípios da administração pública da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.
18) Assumir e estruturar o sistema municipal de regulação do acesso, incluindo todos os serviços do SUS que tenham como missão fundamental a assistência no âmbito municipal, incluindo nessas condições os que hoje estão sob gestão do estado ou que venham a ser municipalizados
19) Desenvolver iniciativas visando à municipalização, com respectiva transferência dos recursos financeiros, dos hospitais gerais e dos ambulatórios que tenham papel assistencial municipal, mas que hoje se encontram sob a gestão do estado
20) Implementar o Fundo Municipal de Saúde, hoje em situação irregular, subordinado à Secretaria Municipal de Saúde, cumprindo as determinações do SUS e do Tribunal de Contas do Município
21) Recuperar e adequar a área física das atuais UBS, contemplando todas as atividades previstas, incluindo a assistência ao não agendado e garantindo também ambiente humanizado
Transporte
22) Recuperação dos atuais corredores de ônibus
23) Construção de 150 quilômetros de novos corredores, dentre os quais Celso Garcia, Ragueb Chohfi, Radial Leste, Aricanduva e Jacú Pêssego que atenderão a Zona Leste
24) Implantação de 150 quilômetros de faixas exclusivas para ônibus
25) Adoção de Bilhete Único diário, semanal e mensal. Com validade temporal definida, o Bilhete Único permitirá que o usuário realize tantas viagens quantas deseje nesse período de tempo, e ainda tenha descontos maiores
26) Obras para a melhoria do trânsito e estruturação do Arco do Futuro
a) Construção de apoio norte à Marginal do Tietê;
b) Construção de apoio sul à Marginal do Tietê;
c) Prolongamento da Av. Chucri Zaidan;
d) Construção de viaduto ligando os dois lados da Raimundo Pereira Magalhães;
e) Criação de alça na Ponte do Aricanduva, viabilizando mais um acesso ao bairro da Penha;
f) Alargamento da Av. Dona Belmira Marim;
g) Alargamento da Estrada do M’Boi Mirim;
h) Duplicação da Estrada do Alvarenga;
i) Prolongamento da Av. Carlos Caldeira Filho;
j) Execução das obras viárias licitadas nas gestões anteriores;
k) Execução das obras viárias previstas em editais das gestões anteriores;
l) Construção de túnel que interligará a Av. Jornalista Roberto Marinho com a Rodovia Imigrantes.
Saneamento e Meio Ambiente
27) Controle e gerenciamento da poluição e dos recursos naturais, com atenção especial aos recursos hídricos, às unidades de conservação e áreas verdes públicas e privadas
28) Introdução de um novo conceito de cidadania, baseado em uma relação de responsabilidade ambiental da população para com a cidade e seu território, por meio da construção da Agenda 21 e outros instrumentos de participação e controle social
29) Universalização do saneamento até 2018: embora o serviço seja fornecido pela Sabesp, a Prefeitura vai exigir a ampliação progressiva do acesso de todos os domicílios ocupados ao abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem e limpeza urbana
30) Desenvolvimento de políticas e programas de redução na geração de resíduos sólidos e de incentivo à reciclagem, com inclusão social dos catadores
31) Implantação de Sistema de Gestão e Gerenciamento de riscos ambientais com ampla participação das comunidades
32) Implantar um sistema de controle da densidade construtiva provocada pela implantação de grandes empreendimentos verticais, de forma a evitar a sobrecarga da infraestrutura instalada (água, esgotos etc.), o congestionamento do sistema viário e o estacionamento na via pública, decorrentes desta sobrecarga
33) Instituir um sistema de informações geográficas das áreas verdes públicas da cidade, contendo a descrição completa da área, a situação atualizada, entre outros dados
34) Realizar Conferência Municipal do Meio Ambiente e incrementar mecanismos de controle social sobre a política ambiental da cidade
35) Proceder ao levantamento das larguras das calçadas das vias (com caracterização e tipificação: local, coletora, coletora com comércio, estrutural e estrutural com comércio) nos 96 distritos da cidade, e apontar onde é possível arborizar
36) Apoio da Prefeitura ao munícipe na conservação das calçadas, realizando campanhas, plantando árvores ou fornecendo mudas
37) Ajuste da cartilha existente e conclusão do “Manual de arborização urbana”, que está em elaboração por comissão de agrônomos da Secretaria do Verde e Meio Ambiente, no qual constarão a forma e as espécies de árvores adequadas ao plantio na cidade
38) Participação dos agentes vistores nos levantamentos e orientações, bem como das equipes de técnicos e estagiários da área de gestão ambiental para cadastro, orientação e acompanhamento do munícipe. Os técnicos e agrônomos das subprefeituras e dos Núcleos de Gestão Descentralizado da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente prestarão assessoria ao programa de forma a:
a) Aplicar todas as definições da Política Nacional de Saneamento – Lei nº 11.445/07:
b) Propor estudos para a revisão do Plano Municipal de Saneamento e do contrato/convênio de prestação de serviço da Sabesp, com a redefinição de metas e plano de investimentos;
c) Fortalecer todos os instrumentos que tenham como objetivo proteger os mananciais produtores de água para a cidade e Região Metropolitana de São Paulo;
d) Atuar como indutora da criação de instrumentos de controle social sobre a prestação dos serviços conforme preconizado pela Lei nº 11.445/07 e deverá realizar a Conferência Municipal de Saneamento;
e) Implementar gestão municipal sobre os serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, resíduos sólidos e drenagem, com vistas à melhoria da qualidade e à eficiência no controle, fiscalização e regulação dos serviços;
f) Atuar efetivamente para que o município exerça o papel de titular dos serviços de saneamento e tenha participação ativa na Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (ARSESP), responsável pela regulação dos serviços;
g) Criar sistema de indicadores para avaliação dos serviços bem como divulgar os índices de cobertura de abastecimento de água e esgotamento sanitário;
h) Pactuar com a Sabesp que até 2018 toda a população da cidade tenha acesso pleno ao abastecimento de água em quantidade e qualidade adequadas, bem como à coleta e ao tratamento de esgoto;
i) Integrar as políticas de saneamento e de habitação como forma de garantir a universalização;
j) Participar da elaboração da política tarifária e exigir que se garanta o acesso ao saneamento pleno a toda a população através de tarifa social abrangente e mecanismos de subsídio, quando necessário;
k) Fiscalizar e acompanhar a aplicação do contrato existente entre a Sabesp e o município;
l) Retomar a responsabilidade pela elaboração e controle do planejamento das ações de saneamento.
39) Criar mecanismos para, em conjunto com o Ministério Público e a Sabesp, garantir que toda a população da cidade que habita áreas ocupadas em processo de regularização tenha acesso aos serviços de saneamento
40) Promover a integração das políticas de drenagem e de resíduos sólidos com as de abastecimento de água e esgotamento sanitário
41) Garantir a participação da administração municipal no Comitê de Bacias do Alto Tietê, de forma a fortalecer esse importante instrumento de gestão dos recursos hídricos e exercer papel de protagonista na articulação metropolitana
42) Elaborar Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS) baseado na nova Política Nacional de Resíduos Sólidos:
a) Reaproveitamento e minimização de resíduos por meio de reciclagem e sistemas de tratamento (compostagem, biodigestão e outros), de forma a encaminhar somente os rejeitos aos aterros sanitários;
b) Feira Limpa com reaproveitamento de resíduos orgânicos e recicláveis;
c) Valorização de resíduos de poda;
d) Manejo e gestão de Resíduos de Construção e Demolição (RCD);
e) Incentivo à utilização de agregados e artefatos produzidos com materiais oriundos do RCD (em especial nas obras públicas);
f) Reestruturação e ampliação de rede de Ecopontos bem como sua redefinição com revisão das metas e remodelação de suas funções. Ampliar os Ecopontos de 56 para 140 nos quatro anos de governo.
43) Erradicação da disposição irregular de resíduos em vias públicas
44) Instituir leis municipais para coibir o aumento da geração de resíduos, incentivando a reutilização de materiais e estabelecendo metas setoriais (contrapondo-se a proposições casuísticas e pontuais)
45) Ampliar a coleta seletiva de 1% para 10% nos quatro anos de governo
46) Dar continuidade à inspeção veicular, reformulando o modelo hoje em vigor e com a revogação da taxa criada pela gestão anterior
47) Adotar um sistema de indicadores de poluição e uma política de metas para a melhoria das condições ambientais
48) Implantar um sistema de informação regionalizada da qualidade do ar
49) Estabelecer parceria com os demais municípios e com o governo do estado, com o objetivo de implantar política metropolitana pela melhoria da qualidade do ar
50) Promover o uso de energias renováveis e a substituição gradual dos combustíveis fósseis, com metas definidas, por outros de menor potencial de emissão de gases de efeito estufa e da poluição atmosférica, como está explicitado no Programa de Mobilidade Urbana e Transportes
51) Criar um programa de remoção progressiva de moradores de áreas de risco, com recomposição da vegetação nativa das áreas degradadas, em conformidade com a política habitacional que prevê oferta de moradias para alocar a população removida
52) Fortalecer o Programa Municipal de Informação e Monitoramento de áreas de risco
53) Construir dois piscinões: um na Avenida Prof. Luis Ignácio de Anhaia Mello e outro no Anhangabaú
Habitação e Urbanismo
54) Criar 55 mil unidades novas de habitação no período 2013/2016
55) Concentrar os recursos municipais no atendimento a famílias que se encontram na faixa de renda de zero a três salários mínimos
56) Articular o programa municipal com o Programa Minha Casa Minha Vida e com os demais programas estaduais e federais de produção habitacional
57) Organizar a composição dos condomínios a partir de critérios de diversidade: selecionar famílias com perfil heterogêneo de renda, origem, tamanho, faixa etária, incluindo em especial aquelas em que haja parentes idosos e portadores de deficiências
58) Estimular a participação de associações e cooperativas populares na produção habitacional, retomando o programa de empreendimentos autogeridos e mutirões
59) Limitar o tamanho do condomínio, priorizando a construção em terrenos menores, de modo a pulverizar a produção habitacional por todo o território da cidade
60) Assentar todas as famílias que atualmente se encontram nos programas de bolsa-aluguel e outros programas de atendimento habitacional provisório similares, herdados do atual governo
61) Reformar, requalificar o uso e utilizar para fins habitacionais edifícios localizados no centro histórico
62) Produção direta pela prefeitura: preferencialmente em projetos de reestruturação de áreas ociosas e no Programa Novas Centralidades, no qual serão produzidas unidades habitacionais para usos mistos
63) Parceria com a iniciativa privada para produção de habitações de interesse social, através de programas federais e estaduais de financiamento e subsídio
64) Locação Social, para demandas específicas (idosos, população em situação de rua, trabalhadores de baixa renda nas áreas centrais), integrada a outras políticas de assistência social, saúde, qualificação profissional
65) Auxílio-aluguel como alternativa provisória de moradia para casos que necessitem de atendimento emergencial não programado: situações de risco, calamidades e remoção de moradores para execução de obras de urbanização
66) Consolidar a inserção das favelas no processo de planejamento da cidade, incluindo-as na legislação, nos programas sociais, nos mapas e cadastros relativos ao controle do uso e ocupação do solo, assim como na programação de serviços de manutenção e conservação de equipamentos públicos
67) Criar na favela condições urbanísticas para viabilizar a prestação de serviços públicos, particularmente de saúde, segurança, limpeza e infraestrutura urbana
68) Implementar obras de engenharia e/ou remoção de moradias com o objetivo de eliminar situações de risco
69) Introduzir na favela valores urbanísticos da cidade formal, como ruas, praças, infraestrutura e serviços públicos, proporcionando sua transformação em bairro da cidade
70) Abrir espaço para implantação de equipamentos urbanos, praças, áreas livres e de lazer
71) Implantar, até 2016, todos os projetos de urbanização previstos no Renova São Paulo, correspondentes a 22 perímetros, atendendo a 70 mil famílias
72) Ampliação do acesso da população de baixa renda à terra urbanizada e regularizada, assegurando sua permanência na área ocupada, com melhoria das condições de moradia e sustentabilidade urbanística, social e ambiental
73) Estímulo à resolução extrajudicial de conflitos. Com o programa, pretende-se alcançar a meta de 200 mil famílias beneficiadas com a regularização fundiária, incluindo loteamentos irregulares e clandestinos, favelas e conjuntos habitacionais

Boas práticas municipais em saneamento serão reconhecidas em evento



Municípios de todo o país que tenham desenvolvido boas práticas na área de saneamento básico, podem inscrever suas experiências até 26 de novembro, na a 17ª Exposição de Experiências Municipais em Saneamento. O evento é promovido pela Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento (Assemae), e será realizado em maio do ano que vem, em Vitória / ES.
Nove temas ligados ao setor de saneamento serão considerados: abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza pública e manejo dos resíduos sólidos, drenagem urbana e manejo das águas pluviais, recursos hídricos, saúde pública e controle de vetores, política e gestão dos serviços de saneamento, saneamento integrado, educação ambiental e gestão e redução de perdas de água / energia e eficiência energética.
As experiências selecionadas serão certificadas. As inscrições devem ser feitas mediante o envio do resumo do trabalho ao endereço eletrônico disponível no site www.assemae.org.br.
Dúvidas poderão serão pelos telefones (62) 3209-6257 ou assemae2013@gmail.com.
Para conferir o regulamento do concurso, clique aqui
Fonte: Blog Diálogos Federativos

Nota Fiscal Paulista: prazo para abatimento no IPVA vai até esta 4ª


Consumidores que desejam usar créditos para pagamento de IPVA 2013 devem registrar opção até dia 31

Interessados em utilizar créditos da Nota Fiscal Paulista para abatimento ou quitação do IPVA 2013 não devem deixar para depois desta quarta-feira, 31 de outubro. Para solicitá-los é necessário entrar no site do Programa Nota Fiscal Paulista, com CPF/CNPJ e senha cadastrada.
Para que o dinheiro possa ser destinado ao pagamento do IPVA, o veículo deve estar no nome do usuário cadastrado no programa. No ano passado, 213.736 consumidores fizeram a solicitação para abatimento do IPVA 2012, o que totalizou R$ 41,7 milhões.
Caso a pessoa não faça utilização até dia 31, os créditos ficam disponíveis por até cinco anos e podem ser transferidos para uma conta corrente ou conta poupança de titularidade do usuário

Do Portal do Governo do Estado

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Que tal comer chocolate? E o melhor "de Grátis"

Chocolate em todas as formas e sabores no Museu da Língua Portuguesa
Reportagem de Camila Passetti 
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Na exposição “Chocolate – Uma Delícia de História”, os visitantes conhecem o processo de fabricação do chocolate
A partir de terça, 23, o Museu da Língua Portuguesa recebe a exposição“Chocolate – Uma Delícia de História”. Além de participar de degustações e atividades, o visitante pode conhecer a história dessa tentação, considerada uma iguaria para poucos em meados do século 17. A entrada é Catraca Livre.
Quem fizer o passeio à exposição terá quatro ambientes a percorrer. Na primeira sala, os visitantes serão apresentados à história do chocolate. No segundo espaço, há uma linha do tempo com os principais chocolates da Lacta deste século no país, como Sonho de Valsa e Diamante Negro, e o contexto histórico em que foram lançados.
O foco do terceiro espaço é a interatividade. Nele, uma simulação do processo de fabricação deixa um cheirinho de chocolate no ar e dá água na boca. Os visitantes podem ainda conferir as principais campanhas publicitárias e as embalagens que marcaram época.
Chegando ao quarto e último ambiente, será a vez da degustação. Em oito tubos gigantes, a sala oferece tabletes de Diamante Negro, Laka, Shot, Bubbly, Sonho de Valsa, Ouro Branco e Bis, que podem ser levados para casa em uma embalagem personalizada.
divulgaçãodivulgação
Embalagens marcantes também estão na exposição
O acervo apresentado na mostra é fruto de um levantamento histórico realizado pela marca, que também será reunido no livro “Lacta 100 anos, muito prazer”.
“Na mostra, o público poderá conhecer e saborear a história do chocolate, que é parte integrante da memória da industrialização no Brasil, tanto quanto da nossa gastronomia, arte, publicidade, design e até do esporte”, diz Danilo Blanco, curador da mostra e diretor da Galeria Central.


Fonte: Catraca Livre

Secretaria estadual abre inscrições para curso de inglês gratuito




No curso online, o estudante pode acomodar seus estudos de acordo com o tempo que tem disponível.
A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo abriu as inscrições para o programa de inglês online oferecido aos estudantes da rede estadual de ensino. São 60 mil vagas abertas, das quais 15 mil são direcionadas aos alunos residentes da capital paulista e região metropolitana.  O prazo de inscrições se encerra dia 12 de novembro.
As aulas à distância começam dia 18 de fevereiro e terminam dia 18 de junho do ano que vem. O critério de seleção dos inscritos levará em conta pontos como histórico escolar e quantidade de vagas disponíveis em cada cidade. A divulgação da lista dos aprovados será lançada dia 14 de novembro, a partir das 18h, no Portal da Educação.
O programa conta com oito módulos, cada um com 10 horas no total. A primeira e a segunda chamada acontecem no mês de novembro, dos dias 19 a 21 e em seguida do dia 23 a 27, respectivamente.
Mais informações no Portal da Educação.

Fonte: Catraca Livre

Rede de cursos profissionalizantes oferece aulas gratuitas


Jovens estudantes e demais interessados que desejam aprimorar suas habilidades profissionais mas não possuem recursos para investir nisso, se liguem e aproveitem a temporada de cursos gratuitos oferecidos pela Prepara, rede de cursos profissionalizantes presente em diversas cidades do Brasil.

Os programas disponíveis são os de Photoshop, no qual é exigido uma mínima experiência em informática, Inglês e Técnicas Administrativas. A duração de cada um é de dois meses, com duas horas semanais de aulas.
Não há restrição de participantes e os cursos são presenciais. O início é imediato, já que o objetivo da instituição é auxiliar no evento de um aprendizado rápido e prático a quem mais procura por tais cursos de maneira urgente.
Inscrições, unidades espalhadas pelo Brasil e outros detalhes da iniciativa, no site da Prepara.
Introdução ao Photoshop, resolução, menus, ferramentas, status, redimensionamento, camadas, cores, montagens, máscaras, tratamento de imagens, filtros, matiz, saturação, estilos, efeitos especiais e artísticos.
Técnicas Administrativas, Organização das empresas, constituição e legalização das empresas, organização empresarial, responsabilidade social, desenvolvimento sustentável, recursos humanos, liderança, motivação, administração financeira, nota fiscal, administração tributária, organização de escritório, profissionais de O&M, administração do tempo, internet e intranet, logística, pesquisa de mercado, importação e exportação, movimentação de estoque e administração de compras.
Inglês,Vocabulário básico sobre computadores, periféricos, equipamentos, objetos de escritório e escola; verbo “to be”, pronomes, adjetivos, alfabeto, soletração; apresentação, perguntas e respostas; numeração e celebridades.

Fonte: Catraca Livre

Cem videoaulas preparatórias para o Enem no YouTube


Canal do Estadão no YouTube disponibiliza vídeos diariamente até a véspera da prova

reproduçãoreprodução
Vídeos com 4 aulas serão publicados até 2 de novembro, véspera do Enem
As cem videoaulas do Grupo Positivo serão disponibilizadas no canal do jornal O Estado de S. Paulo no YouTube. O material é direcionado a estudantes que estão se preparando para o próximo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
O projeto “Super Aulas Estadão” disponibilizará as videoaulas gradativamente até 2 de novembro, véspera do exame, sempre às 9h.  Com possibilidade de avançar e retroceder no player, os vídeos possuem quatro aulas. Cada aula tem cerca de 25 minutos.
A ação, que ocorre pelo segundo ano consecutivo, traz uma novidade: desta vez também serão disponibilizadas outras 56 aulas com revisão para os vestibulares da Fuvest e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
A coleção completa das aulas do “Super Aulas Estadão” ficará disponível no site até 24 de novembro, véspera da prova de primeira fase da Fuvest

Fonte: Catraca Livre

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Vejam profissões que não exigem ensino superior,mas com bons Salários.



Esta publicação reflete o resultado da continuidade da política de sistematização e organização da oferta dos cursos técnicos no país, iniciado, em 2008, pela publicação do primeiro Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT).
O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC), acolheu, no período de 2009 a 2011, solicitações de atualização do CNCT, provenientes de diversos setores envolvidos com a oferta de cursos técnicos de nível médio em todos os sistemas de ensino. Estudantes, professores, gestores escolares, entidades de classe, sindicatos e associações, entre outros, encaminharam suas demandas ao MEC, que organizou e analisou todas as solicitações recebidas.
Para subsidiar o Ministério na tomada de decisão, foi designada a Comissão Executiva Nacional de Avaliação do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CONAC), composta por representantes do próprio MEC, do Conselho Nacional de Educação (CNE), de entidades diretamente ligadas à autorização e oferta de cursos técnicos, além de especialistas da área de educação profissional e tecnológica.
Sempre que julgou necessário, a CONAC consultou especialistas das áreas afetas às solicitações, para subsidiar sua decisão. As recomendações da CONAC foram, então, avaliadas pela SETEC que as remeteu ao CNE. Esse, por sua vez, se manifestou por meio do Parecer nº 03 de 26 de janeiro de 2012, homologado pelo Ministro da Educação, o que possibilitou, enfim, a publicação da Resolução CNE/ CEB nº 04 de 06 de junho de 2012, que trata da atualização do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos.
Como resultado do trabalho realizado, apresentamos, nesta nova versão, a incorporação de 35 novos cursos, considerados de grande relevância para a formação profissional dos jovens e adultos do país e que respondem às demandas existentes.
Outros cursos que já figuravam no CNCT sofreram alterações, seja para adequação às normas vigentes, seja para melhor apresentar seu perfil de formação ou ainda para figurar em outro eixo, mais adequado às tecnologias utilizadas.
Em relação aos eixos tecnológicos foram introduzidas 3 alterações: A primeira refere-se à criação do eixo “Segurança”, desmembrado do eixo “Ambiente e Saúde”, conforme já apresentado na organização do Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (CNCST). A segunda alteração diz respeito à inclusão do termo “Turismo” ao título do eixo “Hospitalidade e Lazer” a fim de trazer maior clareza ao público em geral sobre as tecnologias que envolvem os cursos abarcados por este eixo. Por fim, propomos uma nova denominação para o eixo tecnológico de “Apoio Educacional”, que passa a ser intitulado “Desenvolvimento Educacional e Social”, buscando uma maior abrangência dos temas da área social.
Dessa forma, a versão 2012 do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos contempla 220 cursos, distribuídos em 13 eixos tecnológicos, e constitui-se em referência e fonte de orientação para a oferta dos cursos técnicos no país.

EIXOS TECNOLÓGICOS


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Vai reclamar da escola que estuda nas redes sociais? Veja os cuidados a serem tomados.


CUIDADOS A SEREM TOMADOS NAS REDES SOCIAIS: PERGUNTAS QUE O ALUNO PODE SE FAZER PARA EVITAR PROBLEMAS JURÍDICOS
1) A diretoria já foi informada? Os especialistas recomendam que os estudantes tentem resolver os problemas dentro do ambiente escolar.
2) Há certeza nas afirmações que estão sendo feitas? A crítica ou a denúncia devem ser feitas com responsabilidade. A ofensa à honra de uma pessoa ou de uma instituição pode render um processo. Ariel de Castro Alves, advogado, exemplifica: Pode responder criminalmente quem, por exemplo, atribuir, falsamente, a alguém a responsabilidade pela prática de um crime (calúnia), exemplo “professor Y agrediu fisicamente (lesão corporal) o aluno X”. Se for verdade o aluno será chamado para provar na delegacia e na Justiça. Ou se ofender a dignidade ou a moral de alguém (injúria) , atribuindo uma qualidade negativa, do tipo: “o professor tal é um medíocre”. Ou ainda a difamação, ofendendo a reputação de uma pessoa para gerar descrédito junto a opinião pública, uma afirmação voltada a desacreditar a pessoa diante de terceiros, do tipo “o professor X não tem diploma e foi contratado por ter caso amoroso com a diretora”.
3) O "acusado" teve direito de defesa? Ser reponsável pelo que se publica nas redes sociais, por exemplo, também implica em dar direito de resposta a quem está sendo apontado como "culpado" pela situação.
4) Existe autorização para fotografar o ambiente escolar?
Se a instituição é pública, o advogado Ariel de Castro Alves, vice- presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente da OAB, entende que "que prevalecem os princípios da transparência e da publicidade do direito público, mas cada situação depende do regimento interno de cada escola e devem ser analisadas conforme a importância e contribuição da imagem e da denúncia para a melhoria da qualidade da educação".
Fazer fotos é um meio de prova, desde que seja possível identificar quando a foto foi feita. Um meio de assegurar a data é afixar um jornal do dia no local que será fotografado, aconselha Oliveira
PASSOS PARA OFICIALIZAR A CRÍTICA OU A DENÚNCIA
1. Em primeiro lugar, tente resolver o problema na escola, conversando com os professores e com a diretoria
2. Se não der certo, procure meios oficiais da secretaria responsável (municipal ou estadual, dependendo da escola pública). Pode ser pela diretoria regional de ensino ou na própria secretaria
3. Se o problema for com a merenda, um outro órgão que pode ser acionado é a Vigilância Sanitária
4. No caso de as tentativas de comunicação terem falhado ou de o problema estar se repetindo, uma outra estratégia é procurar o MP (Ministério Público) para que seja feita uma representação pública com a finalidade de buscar a solução e a responsabilidade
Fontes: Ariel de Castro Alves, Carlos Alberto Lima de Oliveira e Ester Rizzi 

Especial da Biblioteca Virtual traz dicas para criação de hortas caseiras


Já pensou em ter a sua própria horta caseira e ter sempre à mão ervas e alimentos frescos, sem precisar sair para comprá-los, e – o melhor!- totalmente saudáveis e sem agrotóxicos?
Não é privilégio dos moradores das áreas rurais e nem daqueles que têm quintal em casa. Mesmo em ambientes urbanos, até mesmo em apartamentos (ou, como muitos dizem, “apertamentos”), é possível manter uma mini-horta e garantir uma produção autossuficiente de alguns alimentos.
Neste especial, daremos algumas dicas de plantio em espaços reduzidos: vasos, garrafas pet, entre outros inusitados locais. Vamos falar sobre os macetes no cultivo de cada espécie e o que fazer para que fiquem sempre viçosas e saudáveis. Mostramos também o ranking dos alimentos com mais agrotóxicos no mercado e quais cuidados de higienização devemos tomar antes de consumir os diversos vegetais.


Falta de espaço não é desculpa: faça a sua própria mini-horta

Cada vez mais a preocupação com uma alimentação saudável, com menos aditivos químicos, tem levado muitas pessoas - principalmente nos centros urbanos - a cultivarem sua própria horta. Além da questão da saúde, uma produção autossuficiente faz bem ao meio ambiente: é orgânica e não necessita de agrotóxicos. Faz bem ao bolso: para que ir à feira, se você já tem o que precisa em casa? E um amplo espaço não é pré-requisito essencial para se ter uma horta. Uma mini-horta pode ser cultivada em qualquer canto (apartamentos, corredores, vasos, etc.) como mostraremos nas dicas a seguir.
É claro que é preciso ter critério e um certo conhecimento das espécies para avaliar o que se pode plantar no espaço que você tem disponível. Não é possível cultivar melancias, jacas ou maçãs na varanda de seu apartamento de 43m²; mas jabuticabeiras e romãzeiras se desenvolvem bem nesse tipo de ambiente. Ervas usadas como temperos (louro, manjericão, cebolinha, hortelã, erva-doce, alecrim, entre outras) podem ser cultivadas em pequenos vasos, até mesmo na janela de sua cozinha. Aliás, as ervas são as campeãs na preferências das mini-hortas urbanas. Fáceis de cultivar, as ervas frescas são uma melhor opção para ressaltar o sabor da comida em lugar do sal refinado e dos temperos artificiais prontos.
Bem, mas vamos ao que interessa! No vídeo a seguir - feito pela revista Casa e Jardim - são dadas algumas orientações sobre como preparar o vaso para plantar as espécies; quais os cuidados necessários para que as mudas cresçam fortes e dicas específicas de plantio para determinadas espécies (como manjericão, hortelã, etc.).



Se você não tiver vasos disponíveis, não há problemas! Você pode improvisar vasos com objetos que você tem na sua casa e que, de repente, até iria jogar fora, como é o caso das garrafas pet. Este outro vídeo mostra como fazer uma horta suspensa com elas.



Ainda há outras maneiras de improvisar a garrafa pet como uma jardineira suspensa. Dê uma olhadas nos links abaixo:
Horta vertical com garrafas pet, projetada pelo arquiteto Marcelo Rosenbaun com garrafas deitadas
Garrafas que parecem vasos - elas são cortadas ao meio e pintadas

A criatividade não tem limite. Veja como objetos diversos podem virar vasos ou jardineiras:
Sapateira transformada em horta suspensa - dica do blog Vila do Artesão
- Hortas em caixas de leite - dica do jornal Gazeta do Povo
- Galeria de fotos de vasos e canteiros - inspirações da revista Casa e Jardim


Cuidados gerais para quem quer ter uma horta bonita

Agora que você já viu como começar a horta e preparar o plantio, saiba o que fazer para mantê-la sempre bonita e saudável. São pequenos cuidados que fazem toda a diferença:
- A horta deve receber luz durante a manhã e à tarde, totalizando pelo menos 4 horas diárias;
- Quanto mais escuro for o local, mais perto da janela os vasos com as mudas devem ser colocados;
- Se aparecerem galhos ou folhas velhas, secas ou apodrecidas retire-os. Eles são a porta de entrada para o enfraquecimento da planta;
- Quando for cortar galhinhos ou folhas com uma tesoura, é preciso esterilizá-la antes de passar de uma planta a outra, para evitar contaminações. Para isso, passe a lâmina no fogo por alguns segundos e espere esfriar antes de usá-la novamente;
- Use palitos de churrasco (ou outra coisa semelhante) para apoiar as mudas que estão crescendo, amarrando-as com barbante ou aqueles araminhos que costumam fechar embalagens;
- Não deixe a terra encharcada. Umidade demais favorece a propagação de fungos e acarreta em doenças. Se não houver drenagem suficiente (com pedras no fundo do vaso, por exemplo), a raiz pode apodrecer;
- Quer ter ervas sempre verdinhas e bonitas? Use-as bastante! Se não for usá-las, pode-as com bastante frequência, pois isso estimula o crescimento de novas folhas, evitando que murchem e sequem.
Nos links a seguir, você encontra mais dicas para montar sua horta:
10 dicas da Casa e Jardim para montar uma boa horta na sua casa
Guia da horta doméstica do site M de Mulher


Cada espécie, uma necessidade

Cada espécie tem crescimento e necessidades diferentes. Por isso, procure saber antes quais são as características específicas de cada uma, para tratá-las do jeito mais adequado. Isso evita problemas e frustrações futuras, como ver a planta morrer ou “sufocar” as outras.
Aí vão algumas dicas bem especiais sobre as espécies que mais frequentam as hortas caseiras:
ALECRIM - quando se torna adulto, acaba virando um arbusto. Por isso, plante-o em um vaso grande com, pelo menos, 30 cm de altura. Colha os galhinhos com uma tesoura apropriada para jardinagem, para não tirar lascas ou machucar a planta;
ALFACE - precisa de 20 cm de distância entre cada muda;
CEBOLINHA - gosta de solo bem drenado e rico em matéria orgânica. Pode ser colhida até quatro vezes, rebrotando fácil e rapidamente;
COENTRO - gosta de bastante sol e solos ricos em matéria orgânica;
HORTELÃ - tem raízes invasoras, que destroem as de outras espécies. Ela precisa estar num vaso só dela. Depois de quinze dias do plantio, já pode ser colhida. Crescem bem em lugares ensolarados, mas toleram bem uma leve sombra;
MANJERICÃO - pode atingir de 40 a 60 cm de altura. Por isso, de preferência, plante-o em um vaso grande com, no mínimo, 30 cm de altura. É uma das ervas mais aromáticas; porém, suas flores roubam o aroma das folhas. Para não perder o que ele tem de mais precioso, pode as flores com frequência;
ORÉGANO - gosta de ambientes ensolarados, solo leve e arenoso, com boa drenagem. Renove o solo do vaso anualmente;
SALSINHA - prefira vasos ou canteiros pequenos. Na hora de colher, o segredo é cortar o galho e não apenas as folhas, deixando-o a um ou dois dedos de distância do solo. Rebrota até quatro vezes;
TOMILHO - atinge de 10 a 30 cm de altura, e tem os ramos aveludados, que normalmente só começam a ser colhidos depois que a planta atinge dois anos. Para crescer bem, necessita de bastante sol e de um solo leve e arenoso.

Na hora de escolher as ervas, procure selecioná-las segundo as exigências de luminosidade. Dica de uniões que dão certo (para quem tem receio de misturar espécies diferentes em um único vaso):
• Alecrim, tomilho e sálvia;
• Manjericão, anis, carqueja e sálvia;
• Manjericão, manjerona e cebolinha.
Aqui vão alguns links sobre cultivo de ervas aromáticas:
- Guia de ervas aromáticas

Horta Doméstica


Conheça os adubos orgânicos

Sem adubo, não dá! Ele é fundamental para que a planta cresça nutrida e saudável. A terra precisa ser adubada a cada 40 dias ou toda vez que for feita a poda.
E aproveitando o fato de você poder ter o controle de sua produção, por que não escolher um adubo orgânico? Ele provém de matérias de origem vegetal ou animal, sendo que os inorgânicos são obtidos a partir da extração mineral ou de derivados do petróleo. O excessivo uso de inorgânicos pode alterar a composição química do solo, tornando-o menos produtivo e causar danos ao ecossistema. O orgânico, apesar de ter atuação mais lenta do que o inorgânico, é mais saudável para o solo.
Conheça um pouco mais sobre os diversos tipos:
HUMUS DE MINHOCA - um dos mais indicados para ambientes muito fechados ou que não tenham varanda. Não tem cheiro e possui e fornece diversos nutrientes para as plantas;
TORTA DE MAMONA - rica em nitrogênio, atua no crescimento das plantas e na produção de clorofila, fazendo com que as folhas fiquem bem verdes. Mas há um porém: ela é tóxica para bichos e crianças. E se for misturada com a farinha de osso, pode atrair os cachorros pelo cheiro;
FARINHA DE OSSO - é rica em fósforo, que estimula o desenvolvimento das plantas e o crescimento das raízes. Duas partes iguais de farinha de osso e de torta de mamona são ideais para hortas e vasos com temperos. Mas se tiver bichos de estimação, essa mistura pode ser tóxica, como explicamos anteriormente;
TORTA DE ALGODÃO - alternativa à torta de mamona (evita os problemas que ela causa). É rica em nitrogênio;
BOKASHI - seu nome vem do japonês e significa “composto orgânico”. É obtido na fermentação de farelos diversos com o auxílio de microrganismos. Os ingredientes podem variar conforme a região. No site da Embrapa há umareceita do bokashi;
TORTA DE NIM OU NEEM - resulta do processo de extração do óleo das sementes de neem, uma árvore de origem indiana, que atinge até 10m rapidamente. Proporciona um maior desenvolvimento da raiz e o fortalecimento das plantas. Basta misturar 200g para cada 20kg de terra. Além de ser um adubo, ela também atua como ótimo repelente de pragas e insetos.


As pragas mais comuns e os repelentes naturais

Veja uma descrição das pragas mais comuns e que são potenciais inimigas de nossas hortas domésticas:
COCHONILHA - semelhante a um pequeno besouro marrom ou uma bolinha de algodão. Come os brotos das plantas;
LESMA E CARACOL - comem folhas e flores. Retire-os, usando luvas. ou espalhe rodelas de chuchu à noite e volte uma hora depois para descartá-los;
PULGÃO - trata-se de uma espécie de formiguinha, verde ou preta. Destrói brotos, folhas, flores e frutas. É preciso combatê-lo imediatamente, pois espalha-se com rapidez;
LAGARTA - filhote de borboleta ou mariposa. Gosta de folhas duras e escuras, como as de couve e escarola.

Se seu objetivo é ter uma horta caseira e orgânica, opte pelos repelentes naturais, em vez de usar inseticidas químicos. Sua saúde agradece! Aí vão algumas dicas espertas:
PLANTE CAPUCHINHA E CRAVO-DE-DEFUNTO
A capuchinha é uma planta que encontrada nas encostas das montanhas e que produz uma flor comestível, que as lagartas costumar apreciar. Se forem plantadas entre as verduras, pode apostar que as lagartas darão preferência à elas e deixarão as hortaliças em paz. O cravo-de-defunto na horta pode afastar, além das lagartas, as moscas e os pulgões.
USE ÓLEO DE NIM
Falamos, anteriormente, que a torta de nim é um ótimo adubo. O seu óleo, por sua vez, é um repelente natural e barato, que pode ser encontrado em casas de jardinagem. Misture 10 ml de óleo de nim a 1 litro de água morna com sabão de coco e pulverize sobre as folhas da planta. Isso extrai lagartos, pulgões, cochonilhas e outras pragas.
REPELENTES À BASE DE EXTRATO DE CITRONELA, ALHO OU PIMENTA-MALAGUETA
Podem ser encontrados em casas de jardinagem, mas podem ser feitos em casa muito facilmente. Basta misturar 100g de um dos ingredientes a 1 litro de água fervida. Depois de fria, borrife a misture sobre a planta, a cada 15 dias.
CHUCHU, ABÓBORA E CERVEJA CONTRA LESMAS
Pode parecer estranho, mas são coisas que atraem as lesmas e facilitam a sua retirada da horta. Faça o seguinte: corte pedaços de chuchu ou de abóbora crua e coloque-os em um jornal na horta. Durante a noite, as lesmas serão atraídas para ele. Ao amanhecer, elas estarão todas juntas ainda; isso facilita sua retirada e posterior extermínio.
Outra opção é embeber um pano ou estopa em cerveja. Faça o mesmo procedimento do chuchu e da abóbora. Ou então despeje a cerveja em um pratinho, com um pouco de sal. A cerveja atrairá as lesmas o sal servirá para desidratá-las.


Que tal plantas frutíferas em vaso?

Quem acha que em horta doméstica só se consegue plantar ervas, utilizadas em temperos e chás, está enganado. É possível cultivar certas frutas até mesmo em varandas de apartamentos!
Seja qual for a espécie escolhida, o vaso deve ser grande o suficiente para que as raízes possam crescer bem e, assim, ter uma boa produção de frutos. O vaso deve ter, no mínimo, 50 cm de altura e 40 cm de diâmetro. Deve, também, ter uma boa drenagem.
As frutíferas precisam de, pelo menos, 4 horas diárias de sol. As únicas que produzem frutos com um pouco menos de sol são: a romãzeira, a pitangueira e a jabuticabeira. Em apartamentos, se houver sol e a varanda for protegida de ventos fortes, elas se adaptarão bem. A seguir, você conherá o cultivo de algumas espécies que se adaptam ao plantio em vasos.

JABUTICABA
Apesar das suas raízes não serem profundas, precisam de bastante terra e espaço para se desenvolverem bem. Escolha um vaso com ao menos 50 cm de boca, 50 cm de altura, e um orifício no fundo com 2 cm de diâmetro para drenar. Coloque 5 cm de argila expandida ou pedra britada, mas sem tampar o furo. Cubra com uma camada de 5 cm de areia grossa. Complete com terra preparada e plante a muda.
Veja aqui mais informações sobre o cultivo da jabuticaba em casa.
ROMÃ
A mini romã é mais indicada para plantio em vasos. Se houver mais espaço em sua casa, pode optar pela romã comum, cujo arbusto pode chegar de 2 m. A rega dos vasos deverá ser mais frequente, de 2 a 3 vezes por semana. No verão, quando o calor é mais intenso, é necessário regar todos os dias, mas não encharque. Para favorecer a floração, deve-se deixar o solo um pouco mais seco na primavera.
AMORA
A melhor época para o plantio das mudas é a chuvosa. O vaso deverá ter, no mínimo, 50 cm de diâmetro, para 18 litros de substrato. Veja aqui mais informações sobre o cultivo da amora.
PITANGA
O vaso deve ter uma boa quantidade de matéria orgânica e húmus de minhoca, que deve ser anualmenta substituído ou parcialmente renovado. O vaso deve ter, pelo menos, 50 litros. Deve-se irrigar frequentemente, mas sem deixar encharcado. Após a colheita dos frutos, é recomendável fazer uma poda. Elimine o excesso de ramos do interior da copa e reduza os galhos muito longos. Utilize, para isso, uma tesoura de poda. Pode também os ramos doentes.


Fique atento: veja o ranking dos alimentos com mais agrotóxicos

Consumir menos alimentos industrializados e mais alimentos in natura (alimentos em estado vegetal ou animal que são consumidos em seu estado natural) - principalmente os vegetais como frutas, legumes e verduras - é importante para a saúde, pois evitam-se os aditivos químicos (conservantes, corantes, açúcar e sódio em excesso, etc.). Além disso, obtém-se mais nutrientes e fibras, que fortalecem o organismo e nos protegem de doenças. Porém, mesmo que estes alimentos estejam com uma aparência bonita e saudável, é preciso tomar cuidado com outros inimigos invisíveis a olho nu: os agrotóxicos.
Eles são utilizados para evitar perdas na produção de hortaliças e frutas, devido às doenças e ataques de pragas e insetos, e para que se mantenham graúdos, coloridos e bonitos até chegar à nossa mesa. E olha que a jornada é longa: os alimentos saem dos produtores; são levados até os distribuidores (entrepostos de abastecimento, mercados municipais, por exemplo); passam pelo comércio varejista (supermercados, feiras livres); chegando, finalmente, ao consumidor. Muitas vezes são quilômetros de distância entre uma ponta à outra. O problema é quando os agrotóxicos são aplicados de forma descontrolada, acarretam em prejuízos à saúde.
Em 2010, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) realizou um estudo onde avaliou os níveis de resíduos de agrotóxicos nos alimentos in natura que chegam à mesa do consumidor. Foram analisadas 2.488 amostras de 18 tipos de alimentos de cada um dos Estados do Brasil (com exceção de São Paulo, que não participou da análise), mais o Distrito Federal.
Os resultados foram divulgados no final de 2011 e revelam que muitos alimentos apresentam níveis de resíduos acima do recomendável ou com substâncias inadequadas e não aprovadas pelos órgãos oficiais. A seguir, mostramos uma lista dos 10 vegetais que mais apresentaram irregularidades nesta avaliação, assim como as respectivas porcentagens dos índices considerados insatisfatórios nas amostras:
1- Pimentão (91,8%)
2 - Morango (63,4%)
3 - Pepino (57,4%)
4 - Alface (54,2%)
5 - Cenoura (49,6%)
6 - Abacaxi (32,8%)
7 - Beterraba (32,6%)
8 - Couve (31,9%)
9 - Mamão (30,4%)
10 - Tomate (16,3%)
Ingerir alimentos com mais agrotóxicos do que é permitido pode acarretar - quando há menor exposição a essas substâncias - em: dores de cabeça, alergias e coceiras. Mas quando a exposição é maior e mais prolongada, pode causar câncer, problemas neurológicos e malformação fetal. Pesquisas recentes têm constatado uma relação entre os agrotóxicos e doenças do sistema nervoso.
Você pode obter mais detalhes sobre essa avaliação no site da ANVISA, na página do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), nome oficial da avaliação. Ali você encontra os relatórios de todas as análises realizadas desde 2001.


Que cuidados devemos ter antes de consumir alimentos tratados com agrotóxicos?

Como é impossível detectar a quantidade de aditivos químicos só de olhar para o alimento, é melhor tomarmos todo o tipo de cuidado antes de consumi-lo. Afinal, como já diz o velho ditado: “seguro morreu de velho”.
Pode-se recorrer a medidas básicas de higienização dos alimentos, mas é bom deixar claro que elas não eliminam totalmente os resíduos químicos, mas podem reduzir bastante a sua quantidade a ponto de não trazer maiores prejuízos à saúde. Além disso, as medidas de higiene visam eliminar microrganismos e resíduos de terra.
Veja o passo a passo da higienização das frutas e hortaliças, desde o momento em que elas chegam das compras até a hora de consumi-las:
- Quando for comprar, preste atenção nos alimentos. Alguns agrotóxicos são usados para melhorar a aparência deles. Se a superfície da fruta ou do legume estiver muito brilhante ou com cores muito vivas, desconfie. Pode ser que tenha passado por ação de agrotóxicos;
- Antes de começar a lavar, retire as folhas mais estragadas ou as partes mais externas, pois os agrotóxicos ficam depositados na superfície;
- Mas saiba que, muitas vezes, as substâncias químicas da casca podem chegar ao conteúdo da fruta. Isso pode ocorrer quando ela é cortada ou perfurada antes de ser lavada. Por isso, cuidado na hora de escolher o alimento. Desconfie dos amassados e dos furos na casca;
- As verduras, frutas e legumes devem ser lavadas em água corrente e abundante por cerca de 1 minuto. Esfregue com mãos a fim de retirar possíveis sujeirinhas. Se achar necessário, utilize uma escovinha para esfregar frutas e legumes (que são menos delicadas que as verduras). Porém, cuide sempre da higienização da escovinha; caso contrário, em vez de limpar, irá contaminar ainda mais o alimento;
- Verduras devem ser lavadas folha por folha;
- Embora muitos recomendem o uso de detergente ou sabão para lavar os alimentos, não é necessário. Só água corrente e água sanitária bastam para retirar sujeiras e desinfetar;
- Em seguida, mergulhe por 15 minutos em uma solução de 1 colher de sopa de água sanitária em 1 litro de água, a fim de desinfetar o alimento. É a chamada solução clorada;
- Especialistas afirmam que usar vinagre ou bicarbonato de sódio na higienização dos alimentos não tem efeito nenhum. O mais eficaz é usar água sanitária mesmo;
- Retire a fruta ou hortaliça da solução clorada e lave em água corrente novamente para retirar os resquícios de água sanitária e possíveis sujeiras persistentes;
- Antes de acondicioná-las na geladeira, seque bem as frutas e hortaliças recém-higienizadas. Se forem guardadas ainda úmidas, podem correr o risco de se deteriorarem mais rápido. Armazene-as em sacos transparentes;
- Os vegetais in natura podem ser conservados de 4 a 8 dias na geladeira, em temperatura entre 0ºC e 10ºC.

Fonte: Biblioteca Virtual