terça-feira, 27 de março de 2012





27 de março: Dia Mundial do Teatro


O surgimento do teatro aconteceu com a reunião de um grupo de pessoas que para se aquecer do frio se sentaram em volta de uma fogueira. Um rapaz se levantou e percebeu que os gestos que ele fazia na frente das chamas de fogo se refletiam em sombras. A partir desse momento textos improvisados começaram a acompanhar as imagens e deu-se início ao processo de representação.
As pessoas que viveram na época da Grécia antiga transformaram as encenações em arte, criaram os primeiros espaços para apresentações e aproveitavam para divulgar sua mitologia, os agradecimentos aos deuses, as novas ideias, entre outros assuntos.
O Instituto Internacional do Teatro inaugurou em Paris, no dia 27 de março de 1961, o Teatro das Nações; marcando o 27 de março como a data que se comemora o Dia Mundial do Teatro.

Como nessa época somente aos homens era permitido representar, foram criadas as primeiras máscaras para os papeis que deveriam ser encenados por mulheres. Mais tarde essas máscaras se tornaram o símbolo do teatro, representando faces da tragédia e da comédia.
Tragédia x Comédia
O primeiro gênero que apareceu foi o trágico, que retratava o sofrimento do homem, as lutas, os interesses da nobreza, tudo numa linguagem bem diferente e rica. O gênero cômico surgiu para satirizar as falsidades, as mesquinharias e os excessos da nobreza.

quinta-feira, 22 de março de 2012

http://youtu.be/UdGvE9Fg2HE

quarta-feira, 7 de março de 2012

Cursos gratuitos de petróleo e gás




Serão oferecidas 11.671 vagas em 14 estados, para cursos gratuitos em categorias profissionais de níveis básico, médio, técnico e superior.

Começam nesta quarta (7), as inscrições para o processo de seleção pública que o Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural) vai realizar com o objetivo de atender a demanda futura por mão de obra da indústria nacional de petróleo e gás.

Serão oferecidas 11.671 vagas em 14 estados, para cursos gratuitos em categorias profissionais de níveis básico, médio, técnico e superior. Os estados incluídos no 6º ciclo de seleção pública do Prominp, com o respectivo número de vagas, são: Amazonas (562), Bahia (920), Ceará (212), Espírito Santo (387), Maranhão (130), Minas Gerais (180), Mato Grosso do Sul (708), Pernambuco (384), Rio de Janeiro (4.602), Rio Grande do Norte (485), Rio Grande do Sul (1.192), Santa Catarina (524), Sergipe (364) e São Paulo (1.021).

O edital, que será publicado no diário oficial da união (dou) desta terça-feira, estende até 12 de abril o prazo para inscrição dos candidatos. Para os cursos de nível básico, a inscrição custará R$ 25. Nos níveis médio e técnico, R$ 42. Para as categorias de nível superior, o valor será de R$ 63.

Para concorrer a uma das vagas oferecidas, o candidato deve ter idade igual ou superior a 18 anos, além de preencher os pré-requisitos do curso desejado. As inscrições podem ser feitas no site do Prominp ou nos postos de inscrição credenciados, listados no edital. O processo será executado pela fundação Cesgranrio.

Existe a possibilidade de isenção da taxa de inscrição para candidatos portadores do Número de Identificação Social (NIS) que declararem não possuir recursos financeiros para pagamento do valor. Para fazer jus à isenção da taxa de inscrição, os candidatos devem atender às condições listadas no edital e encaminhar a solicitação, até 18 de março, pelo site do Prominp.

As 11.671 vagas estão assim distribuídas: 7.335 para cursos gratuitos de nível básico; 3.706 para os de nível médio e técnico; e 630 para as categorias de nível superior. Em categorias específicas dos níveis médio e superior, há oferta de 63 vagas para pessoas com deficiência.

Os candidatos aprovados que estiverem desempregados durante o curso receberão uma bolsa-auxílio mensal no valor de R$ 300 (cursos de nível básico), R$ 600 (níveis médio e técnico) e R$ 900 (nível superior).

A participação nos cursos não garante emprego aos alunos. Esta ação faz parte do Plano Nacional de Qualificação Profissional (PNQP) do Prominp que tem como objetivo melhorar a qualificação dos profissionais que serão aproveitados pelas empresas fornecedoras de bens e serviços do setor de petróleo e gás natural. Até o momento foram realizados cinco ciclos de qualificação com mais de 80 mil pessoas qualificadas.

Todas as informações sobre os cursos oferecidos nesta etapa de seleção podem ser obtidas no edital, que estará disponível para consulta e download no site do Prominp.

Achei interessante compartilhar estes cursos com voceis pois é uma área que esta crescendo muito no Brasil e que falta muitos profissionais.

terça-feira, 6 de março de 2012

Analfabetismo no Brasil


        Analfabetismo no Brasil


    Segundo o INEP o Brasil possui cerca de 16 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais e 30 milhões de analfabetos funcionais, isto é, pessoas sem capacidade entender, interpretar o que estão lendo, porém isto é definido oficialmente como pessoas com 4 ou menos anos de estudos, portanto deduz-se como pessoas que entende pouco ou não entendem o que estão lendo. Na pesquisa do INEP são também abordados  tangencialmente ao mesmo assunto- analfabetismo- dados "por faixa etária, gênero, raça, localização (rural e urbana) e renda domiciliar".

                            Relação do analfabetismo entre classes

   O analfabetismo está estritamente ligado a pobreza. Há uma relação nas premissas a seguir que se completam:  Há pobreza, portanto analfabetismo. Há analfabetismo, logo pobreza. Segui-se então com a estatística desta mesma Instituição, o INEP, que diz que nos domicílios que possuem renda superior a 10 salários mínimos, o índice é de apenas 1,4%, enquanto que nas famílias que possuem renda inferior a um salário mínimo o índice alcança 29%. A informação que segue, infelizmente, é que 37% destes analfabetos se encontram nas regiões Norte e Nordeste. 

         São incríveis os dados tendo em vista que as regiões Norte e Nordeste são demograficamente menos densas em número significativo se em comparação com apenas uma região, o Sudeste. Enquanto que somadas as regiões Norte e Nordeste obtêm 64 milhões de habitantes- antigo senso 2000- em território de 2.407.561 Km², no Sudeste há uma população de 77 milhões de habitantes e de território  927 286 km². Norte e Nordeste têm juntos mais terras e menos população. Sudeste tem uma população maior e um território em torno de 50% menor. Lembrando que o Norte sozinho tem quase 50% da totalidade do território Nacional e São Paulo tem o PIB maior que o Chile, país desenvolvido, 1º mundo.

        
 Por que o Estado de São Paulo com o PIB maior que o Chile não extermina a miséria, o analfabetismo e consequentemente a violência absurda? A renda Per Capita em 2010 do Brasil ultrapassou 10.000 DÓLARES, isto é, em REAIS seria algo parecido com 16 mil para cada habitante de nosso país, o que resultaria por exemplo em uma família de 3 pessoas uma renda família em torno de 48.000 reais. Imagine uma família com renda de 48. mil reais? Contudo é claro que se o PIB fosse dividido para cada pessoa empresas, hospitais, governos, tudo iria falir. A renda Per Capita não serve para isto, porém para se ter uma noção do que uma valorização do trabalhador e uma distribuição de renda descente seriam  capazes de fazer com um país. O problema é que tem um pessoal que não trabalha, apenas brincam de especular ( especulação científica) e por em prática como que através de verdadeiros trabalhadores irão aumentar suas riquezas. Estes sim, deveriam ser cassados e não caçados, se violência, porém Henry David Thoreau nos lembra em seu livro de resistência pacífica com o título de "Desobediência Civil" que existem muitos crimes que são legalizados pelo que Althusser chama de Aparelho ideológico de Estado Jurídico - entre outros mas especificamente este-, e estes "crimes legalizados" assegurados pelos "Aparelhos repressivos de Estado" contra reações não desejadas, através do meio militar e ainda outros. Não seriam a câmara de deputados e senadores um meio de "Aparelho ideológico de Estado"? Exagerado eu? Talvez, por ser leigo!
                                          
                                                    Pensamentos sobre:                                      
             Quem lê menos sabe menos e não entende, grosso modo, a linguagem escrita quando a mesma é falada por meio de comunicações como o telejornal, rádio. O que acontece é que em jornais de linguagem mais acessíveis seja televisivo ou não o foco e a maneira que se passa a notícia é diferente. Não seria errado afirmar que a alfabetização dele não deve ser neutra, deveras também que por mais que se tente neutralidade sempre permanece uma forma política. Com este pensamento o que posso deduzir? Deduzo e tento te induzir a pensar que analfabetos, cerca de 46 milhões, isto é, mais de 1/3 dos eleitores, não possuem a priori, qualificação para votar, talvez muita força de vontade. O que quero com isso? Anulação do direito de voto dos analfabetos? Não, claro que não, este é o caminho elitista. É o caminho dos 10% dos ricos de nosso país que possuem em torno de 70% do PIB de nosso país. 



            Não, anulação do direito do voto de analfabetos passa longe do que penso, o ideal sim, é que sejam educados, que haja educação pública com total qualidade, porém não existe esta possibilidade em nível de diálogo com quem não interessaria esta opção. Por quê? Imagine colégios públicos, todos com qualidade do São Bento, CAP da UERJ, etc., não acham que colégios particulares iriam falir? Se houvesse Hospitais Públicos, no caso todos, fossem a nível do famoso hospital particular Sírio Libanês, haveria uma redução incalculável (?) de hospitais particulares. É jogo para a elite? Acredito que quanto mais informados, analfabetos e não analfabetos, se dá cada vez mais segurança para ação nacional, senão mundial em defesa do Respeito e Tolerância, Educação, Ciência e Economia Solidária. Quanto mais informação e assimilação da mesma em resultado imbuído de amor, sabe-se que a violência não é maneira de resolver, todavia com uma resistência pacífica. Não sei se voto resolveria tudo, minha intuição anarquista diz que não resolve, mas tenho plena certeza de que voto correto é aquele que se faz no Exército da Paz dos Conhecedores, e assim, poderá haver mudança significativa no mundo.


            Analfabetismo no Brasil
   
     Segundo o INEP o Brasil possui cerca de 16 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais e 30 milhões de analfabetos funcionais, isto é, pessoas sem capacidade entender, interpretar o que estão lendo, porém isto é definido oficialmente como pessoas com 4 ou menos anos de estudos, portanto deduz-se como pessoas que entende pouco ou não entendem o que estão lendo. Na pesquisa do INEP são também abordados  tangencialmente ao mesmo assunto- analfabetismo- dados "por faixa etária, gênero, raça, localização (rural e urbana) e renda domiciliar".

                            Relação do analfabetismo entre classes

   O analfabetismo está estritamente ligado a pobreza. Há uma relação nas premissas a seguir que se completam:  Há pobreza, portanto analfabetismo. Há analfabetismo, logo pobreza. Segui-se então com a estatística desta mesma Instituição, o INEP, que diz que nos domicílios que possuem renda superior a 10 salários mínimos, o índice é de apenas 1,4%, enquanto que nas famílias que possuem renda inferior a um salário mínimo o índice alcança 29%. A informação que segue, infelizmente, é que 37% destes analfabetos se encontram nas regiões Norte e Nordeste.

         São incríveis os dados tendo em vista que as regiões Norte e Nordeste são demograficamente menos densas em número significativo se em comparação com apenas uma região, o Sudeste. Enquanto que somadas as regiões Norte e Nordeste obtêm 64 milhões de habitantes- antigo senso 2000- em território de 2.407.561 Km², no Sudeste há uma população de 77 milhões de habitantes e de território  927 286 km². Norte e Nordeste têm juntos mais terras e menos população. Sudeste tem uma população maior e um território em torno de 50% menor. Lembrando que o Norte sozinho tem quase 50% da totalidade do território Nacional e São Paulo tem o PIB maior que o Chile, país desenvolvido, 1º mundo.

         Por que o Estado de São Paulo com o PIB maior que o Chile não extermina a miséria, o analfabetismo e consequentemente a violência absurda? A renda Per Capita em 2010 do Brasil ultrapassou 10.000 DÓLARES, isto é, em REAIS seria algo parecido com 16 mil para cada habitante de nosso país, o que resultaria por exemplo em uma família de 3 pessoas uma renda família em torno de 48.000 reais. Imagine uma família com renda de 48. mil reais? Contudo é claro que se o PIB fosse dividido para cada pessoa empresas, hospitais, governos, tudo iria falir. A renda Per Capita não serve para isto, porém para se ter uma noção do que uma valorização do trabalhador e uma distribuição de renda descente seriam  capazes de fazer com um país. O problema é que tem um pessoal que não trabalha, apenas brincam de especular ( especulação científica) e por em prática como que através de verdadeiros trabalhadores irão aumentar suas riquezas. Estes sim, deveriam ser cassados e não caçados, se violência, porém Henry David Thoreau nos lembra em seu livro de resistência pacífica com o título de "Desobediência Civil" que existem muitos crimes que são legalizados pelo que Althusser chama de Aparelho ideológico de Estado Jurídico - entre outros mas especificamente este-, e estes "crimes legalizados" assegurados pelos "Aparelhos repressivos de Estado" contra reações não desejadas, através do meio militar e ainda outros. Não seriam a câmara de deputados e senadores um meio de "Aparelho ideológico de Estado"? Exagerado eu? Talvez, por ser leigo!



                                         
                                                    Pensamentos sobre:                                    
             Quem lê menos sabe menos e não entende, grosso modo, a linguagem escrita quando a mesma é falada por meio de comunicações como o telejornal, rádio. O que acontece é que em jornais de linguagem mais acessíveis seja televisivo ou não o foco e a maneira que se passa a notícia é diferente. Não seria errado afirmar que a alfabetização dele não deve ser neutra, deveras também que por mais que se tente neutralidade sempre permanece uma forma política. Com este pensamento o que posso deduzir? Deduzo e tento te induzir a pensar que analfabetos, cerca de 46 milhões, isto é, mais de 1/3 dos eleitores, não possuem a priori, qualificação para votar, talvez muita força de vontade. O que quero com isso? Anulação do direito de voto dos analfabetos? Não, claro que não, este é o caminho elitista. É o caminho dos 10% dos ricos de nosso país que possuem em torno de 70% do PIB de nosso país.

            Não, anulação do direito do voto de analfabetos passa longe do que penso, o ideal sim, é que sejam educados, que haja educação pública com total qualidade, porém não existe esta possibilidade em nível de diálogo com quem não interessaria esta opção. Por quê? Imagine colégios públicos, todos com qualidade do São Bento, CAP da UERJ, etc., não acham que colégios particulares iriam falir? Se houvesse Hospitais Públicos, no caso todos, fossem a nível do famoso hospital particular Sírio Libanês, haveria uma redução incalculável (?) de hospitais particulares. É jogo para a elite? Acredito que quanto mais informados, analfabetos e não analfabetos, se dá cada vez mais segurança para ação nacional, senão mundial em defesa do Respeito e Tolerância, Educação, Ciência e Economia Solidária. Quanto mais informação e assimilação da mesma em resultado imbuído de amor, sabe-se que a violência não é maneira de resolver, todavia com uma resistência pacífica. Não sei se voto resolveria tudo, minha intuição anarquista diz que não resolve, mas tenho plena certeza de que voto correto é aquele que se faz no Exército da Paz dos Conhecedores, e assim, poderá haver mudança significativa no mundo.


É preciso sobretudo não apenas falar do analfabetismo, apesar de por si só gritante em grau de situação, mas de uma espécie de "analfabetismo" moral, não digo a implicação do esforço de realização da moralidade que o Estado propõe, mais de uma Nova Moralidade, onde segundo Moacir Gaddoti, Leonardo Boff, Teilhard de Chardin, Paulo Freire, entre outros nomes que dariam muitas e muitas páginas, enfim, onde se enxerga o nós e não o eu, diga-se de passagem que o nós não de forma antropocêntrica, contudo no sentido do nós como cosmos, uma completude de tudo quanto é vida e efeito dela, da terra como organismo vivente, tanto consequente quanto causa e o ser humano como interventor neste espaço em que vivemos. Não há pátrias, porém uma  pátria, somos todos viventes da mesma terra. Não há fronteiras, apenas "linhas imaginárias", são todas estas separações reflexos da imperfeição dos homens. Moramos na terra, nossa pátria é a humanidade, nossa energia de sobrevivência são os outros e a natureza.            
É preciso sobretudo não apenas falar do analfabetismo, apesar de por si só gritante em grau de situação, mas de uma espécie de "analfabetismo" moral, não digo a implicação do esforço de realização da moralidade que o Estado propõe, mais de uma Nova Moralidade, onde segundo Moacir Gaddoti, Leonardo Boff, Teilhard de Chardin, Paulo Freire, entre outros nomes que dariam muitas e muitas páginas, enfim, onde se enxerga o nós e não o eu, diga-se de passagem que o nós não de forma antropocêntrica, contudo no sentido do nós como cosmos, uma completude de tudo quanto é vida e efeito dela, da terra como organismo vivente, tanto consequente quanto causa e o ser humano como interventor neste espaço em que vivemos. Não há pátrias, porém uma  pátria, somos todos viventes da mesma terra. Não há fronteiras, apenas "linhas imaginárias", são todas estas separações reflexos da imperfeição dos homens. Moramos na terra, nossa pátria é a humanidade, nossa energia de sobrevivência são os outros e a natureza.

Quero deixar claro que este texto não é meu, mas, não poderia eu me isentar da minha responsabilidade social para com a divulgação deste. Pois, neste esta boa parte do que acredito. De que o ser humano somente se emancipará através da educação.